























O que se passou ontem com a jogada que dá origem ao golo da vitória do Braga é no mínimo escandaloso. A bola passou a linha de jogo para fora mais de meio metro e o fiscal de linha em cima do lance fechou os olhos e deixou seguir a jogada como se nada fosse. O Sp.Braga somou mais três pontos na Liga Sagres, ao vencer em casa o Marítimo por 2-1. Desta forma, aumenta para 8 pontos a vantagem sobre o FC Porto , que este sábado marcou passo em Matosinhos, ao empatar frente ao Leixões, e mantém 1 ponto de desvantagem para o Benfica, que conta com mais um jogo disputado. Este Domingo, a equipa de Domingos Paciência foi para intervalo empatado a zero com o Marítimo, mas foram precisos apenas 6 minutos da segunda parte para que surgisse o primeiro golo da partida, através de Meyong . No entanto, a formação de Mitchel Van Der Gaag chegou à igualdade após 10 minutos, por Djalma . Aos 81 minutos, porém, num lance que originou muitos protestos por parte dos insulares, uma vez que a bola saiu das quatro linhas, Luís Aguiar fez o 2-1 e deu a sexta vitória consecutiva na Liga Sagres ao Sp. Braga. Curioso é que agora o sr. Domingos Paciência já não se queixa como se tem vindo a queixar por tudo e por nada com o unico objectivo de passar por coitadinho junto das arbitragens.Este ano o meu coração bate por duas pessoas. A minha Martinha e o meu filhote/a. É na companhia deles que encontro a minha tranquilidade e felicidade. FELIZ DIA DOS NAMORADOS para todos.
Aproveitando a visibilidade que a Feira do Queijo de Seia proporcionou, nomeadamente com a presença do Ministro da Administração Interna, o movimento levou a efeito algumas acções nomeadamente a colocação de uma tarja bem visivel junto à Estátua de Afonso Costa na principal artéria de circulação da cidade de Seia. Essa atitude levou a que hoje, domingo, a noticia tenha saído em quase toda a imprensa nacional através da agência Lusa. Porque este movimento deve merecer o apoio de todos os que se interessam pelo desenvolvimento da nossa região da Serra da Estrela, deixo aqui publicamente os meus parabéns aos autores deste movimento pelas iniciativas que estão a levar a efeito, no entanto, deixo também a mensagem para que continuem a encontrar soluções para que esta onda continue bem viva e não a deixem "morrer na praia", agora que acabou a Feira do Queijo.
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REACÇÕES PÚBLICAS:
Na última edição do Jornal Porta da Estrela podem ler-se os seguintes textos
PS «enganou» os senenses e «prejudica» o Concelho
A Comissão Política do PSD de Seia reagiu, em comunicado, à decisão do Governo em suspender a concessão rodoviária da Serra da Estrela. O documento refere que o Partido Socialista «enganou» os senenses e que o anúncio «prejudica» o concelho porque «os nossos governantes e o Partido Socialista local, com as faustosas apresentações e farta propaganda, fizeram-nos crer que era desta que iríamos ter as acessibilidades a Viseu e ao Litoral».Salientam que em 2008, no Dia da Cidade, enquanto Eduardo Brito dizia ser «um acontecimento histórico», Paulo Campos, o Secretário Adjunto das Obras Públicas, anunciava «ter chegado a hora da Beira Serra» e que, um ano depois, na inauguração da variante, e mais tarde, em plena campanha autárquica de Outubro, o PS, através da sua candidatura autárquica e de Paulo Campos, «afirmava publicamente estarem aprovadas as estradas, com a abertura dos concursos para a execução dos IC´s. Esta era uma arma demasiado importante para as campanhas eleitorais de 2009», sublinham os sociais-democratas.Passados cinco meses após o despacho do Governo, referem que «palavras leva-as o vento» e face à situação económica do país, tendo o Governo que escolher entre avançar com o TGV e a terceira auto-estrada Lisboa-Porto ou avançar com as concessões rodoviárias do interior, «o PS escolheu o TGV e a 3ª auto-estrada, prejudicando o interior».«A esta atitude nós prometemos luta. Apesar das adversidades nós não deixaremos de lutar, não desistiremos, não nos resignaremos, pois já é tempo de os políticos, todos os políticos, darem ao interior aquilo que nós merecemos», refere a Comissão Política, que adianta também que «esta é a hora de nos unirmos, como fizemos na luta pelo hospital, arregaçando as mangas, agregando forças e vontades de todos os quadrantes políticos e sociais. Temos que ser capazes de fazer ouvir a nossa voz e dizer basta a este tipo de discriminação. Nós temos o direito à igualdade de oportunidades. Está na hora de os senenses, com cargos políticos de relevo, exigirem que seja reposta a justiça para a nossa terra, o que exigiremos».Criticam o facto de as opções do Governo «continuarem a privilegiar o TGV de passageiros e o Litoral em detrimento do Interior, acentuando a sua desertificação e complicando a vida aos que cá vivem», sublinhando que o país «pagará com grandes custos estas opções», questionando «porque é que o Governo não suspende o TGV e a terceira auto-estrada Lisboa-Porto, e dá ao interior de Portugal os acessos condignos que nós merecemos».
No mesmo Jornal, na edição de 10.02.2010, Alcides Henriques diz:
Estradas não há. E agora?
Ouvimos, meios incrédulos, a declaração do Senhor Ministro das Finanças a dizer que não vai haver novas Estradas.A rede da Serra da Estrela que se destinava a servir Seia e ligava esta cidade ao IC6, IC7 e a Viseu foi cancelada e não se sabe se o não terá sido definitivamente. É revoltante!Esta questão permite dizer que revolta e que o Governo com esta decisão contribuirá ainda mais para a decadência económica que arrasta uma maior desertificação deste Concelho e naturalmente também dos outros.A falta de Estradas é um dos factores de atraso. As que temos vêm do tempo dos Reis.Seia para a Serra da Estrela é o terceiro destino turístico do País e nem isso sensibiliza os políticos que desenvolveram, de forma desequilibrada, a rede de comunicações. Veja-se o que acontece no Norte do País ou mesmo com a vizinha Covilhã. Aqui até há Estradas em excesso.Esta decisão injusta devia motivar uma acção de enérgico protesto encabeçado pelas forças políticas de Seia e Oliveira do Hospital.Os responsáveis do Concelho que pactuaram ou foram, demasiadamente, tolerantes com as promessas sucessivamente adiadas, têm aqui a resposta cabal à sua fraca participação e até competência para a resolução da maior reivindicação da região. Não souberam exigir quando era tempo e afirmar-se como se impunha. Prestaram, por isso, um mau serviço à Comunidade que representam.Uma nota ainda vai dirigida ao Senhor Secretário de Estado que não cumpriu com o que publicamente assegurou. Prometeu o concurso das Estradas IC, para o ano 2008 e o seu início da construção antes das eleições de Outubro.Faltou a este compromisso.Perante as pessoas de Oliveira e Seia há uma falta à palavra prometida. A Estrada é uma necessidade que ninguém devia desconhecer e tão simplesmente resolver.De que serviu a tão divulgada Portaria de Agosto de 2009? Porque somos tratados, pelos Governos de todas as cores, com tanta desconsideração?Há que perceber a razão. Mas há que a contrariar.Uma grande missão tem o actual Presidente da Câmara cujo desafio de afirmação do Concelho tem em mãos a que tem de dar resposta conveniente.É nestas alturas que temos de mostrar do que somos capazes.
E o leitor? O que pensa sobre este assunto?
Entende-se por petição, em geral, a apresentação de um pedido ou de uma proposta, a um órgão de soberania ou a qualquer autoridade pública, no sentido de que tome, adopte ou proponha determinadas medidas.Em movimento liderado pelo Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, entenderam os Presidentes das Câmaras de Alvaiázere, Ansião, Arganil, Carregal do Sal, Castanheira de Pêra, Celorico da Beira, Coimbra, Covilhã, Figueiró dos Vinhos, Fornos de Algodres, Góis, Gouveia, Guarda, Lousã, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penela, Seia, Tábua, Vila Nova de Poiares, e Viseu efectuarem um pedido de audiência ao Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de molde a poderem retirar do Ministério um compromisso temporal para a construção dos itinerários complementares n.º 6 (Coimbra – Covilhã), n.º 7 (IC6 – Oliveira do Hospital – A25 em Fornos de Algodres – Celorico da Beira) e n.º 37 (Viseu – Seia).
Olá
Na foto João Carreira na apresentação do livro de Pedro Passos Coelho
Através do facebook do João Carreira, ilustre advogado a residir em Lisboa mas, natural e amigo da sua terra natal, Loriga, fui encontrar a seguinte chamada de atenção:
Dezembro de 1991: uma decisão encerra metade da linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. 15 anos depois, essa sentença amputou o rumo do desenvolvimento, acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal. Agora, o comboio é ameaçado por um Portugal esquecido, vítima de promessas políticas oportunistas
Numa altura em que liberdade de opinião e de imprensa é tema nacional devido aos casos do jornal de sexta da Manuela Moura Guedes, devido aos ultimos episódios que envolvem o grande jornalista Mário Crespo, e outros tantos casos como por exemplo relativos ao jornal Público, eis que, o Jornal St.ª Marinha aparece com um novo formato on line, diga-se em abono da verdade um sitio na internet bastante inovador no aspecto comunicacional, grafismo e design. O "novo" site do jornal aparece assim como uma lufada de ar fresco na comunicação local, uma vez que será actualizado diariamente e permitirá ao leitor encontrar e partilhar as notícias que mais lhe interessam da nossa região e do País. Desta forma o jornal vai de encontro aos cibernautas da região, tanto aos que por cá residem como àqueles que se encontram a viver noutros Países. Sem dúvida, Seia já merecia um site noticioso com esta qualidade informativa e gráfica. Parabéns e votos de sucessos à Fundação Aurora Borges e à equipe do Jornal Santa Marinha.
O Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, e o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro, são as individualidades que este ano marcarão presença na Feira do Queijo de Seia. Promovida anualmente pela autarquia senense, a 33ª Feira do Queijo decorre no próximo dia 13 de Fevereiro, encontrando-se a sua abertura oficial programada para os Paços do Concelho, às 09:30h, onde marcarão presença diversas individualidades de que se destaca o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro. Finda a sessão solene, a comitiva fará a habitual visita à Feira, instalada no largo da Câmara e nas imediações do mercado municipal, local onde decorrem as provas de queijo, pão e vinho, por entre os sabores serranos e a animação de rua. A festa decorre durante todo o dia e tem como intuito trazer à feira e dar visibilidade a todos os produtos e elementos que caracterizam a região onde a cidade senense está inserida, como o queijo serra da estrela, o pão, o vinho, o mel, o cão serra da estrela e ovinos, num ambiente de festa popular protagonizada pelo folclore e arruadas concelhias, aos quais se juntará a animação dos grupos convidados. Num festim onde o queijo é soberano, o município relembrará, pelo segundo ano consecutivo, os tempos em que os mercados eram locais de venda de produtos da terra, o “Mercado da Vila”. Este estará representado no largo da Câmara, onde também se realizará o Concurso de Doces, impulsionado pela Escola Profissional da Serra da Estrela Às 15:00h, 16 escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância do concelho mostram-se à cidade, desfilando a rigor num cortejo carnavalesco que tem início junto aos Bombeiros Voluntários de Seia, seguindo pela 1ª de Maio, contornando o mercado e com término no largo da Câmara.
Rosa Lobato Faria estava internada num hospital privado de Lisboa há uma semana devido a anemia e já há mais de seis meses que sofria de complicações devidas a uma cirurgia motivada por uma infecção intestinal. É viúva de Joaquim Figueiredo Magalhães, editor literário, desde 26 de Novembro de 2008."É uma grande dor e uma grande perda", lamenta Manuel Alberto Valente ao PÚBLICO, que editou o primeiro romance da autora - "Para além de ser muito bem escrito, trazia para a área da ficção essa marca poética muito forte de todo o trabalho dela" - e quase toda a sua obra desde então. "Foi crescendo entre nós uma amizade muito grande. Eu era uma das primeiras pessoas a ler cada original que ela terminava. Tinha prometido entregar-nos brevemente o novo romance que queria publicar ainda este ano. Não sei em que fase estava da escrita desse romance, mas vou agora tentar saber junto da família." Lauro António, realizador de cinema que dirigiu Rosa Lobato Faria em "Paisagem Sem Barcos" (1983) e "O Vestido Cor de Fogo" (1986), elogia a sensibilidade e a elegância da actriz, que "ao mesmo tempo [era] muito intensa ao nível das suas convicções e paixões". O realizador assinala ainda que "a imagem que se tinha dela correspondia muito à sua essência. Tinha uma beleza interior e exterior e uma certa serenidade – curiosamente aproveitei essa serenidade para lhe dar papéis em que era fria, distante, personagens um pouco hipócritas". "E, não sendo uma feminista militante, tinha uma personalidade forte, e deu um bom retrato da mulher, ajudando a alterar a imagem da mulher em Portugal nos últimos 50 anos", sublinha Lauro António ao PÚBLICO.
O Fim da Linha
Conforme já é habitual, o Jornal Nova Guarda, organiza anualmente uma gala onde distingue vários atletas, dirigentes, treinadores, clubes, ligados à vida desportiva do nosso distrito. Este ano temos três representantes SENENSES. Não custa nada, vote a partir do seguinte link:
O Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual será enriquecido com uma verba de 6,6 milhões de euros. O financiamento anunciado pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, garante assim liquidez imediata.Gabriela Canavilhas explica que o montante agora disponibilizado para o Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual no valor de 6,6 milhões de euros resulta de uma negociação concertada entre os Ministérios da Cultura e da Economia, Inovação e Desenvolvimento. A decisão pretende assim fomentar «a produção nacional», com o auxílio de uma «estratégia integrada de apoio à distribuição e exibição de obras independentes e de cinematografias menos difundidas», refere a Lusa. A «regulamentação aplicável e o envolvimento de novos parceiros no financiamento do sector» serão outros dos factores a ter em conta no sector, garantiu a ministra.
O Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) tem apenas inscrita para o concelho de Seia 26.500 euros.O programa foi conhecido ontem e contempla apenas duas verbas para Seia: a adaptação e remodelação do Palácio da Justiça, com uma dotação de 25.500 euros, e a requalificação dos centros históricos de Seia e Loriga, com mil euros.Em 2010, os municípios do Distrito da Guarda vão ser contemplados com cerca de sete milhões de euros. A maior fatia do “bolo” orçamental vai para o concelho de Gouveia, com uma dotação global superior a 3,7 milhões de euros, seguindo-se Vila Nova de Foz Côa com 2,4 milhões de euros. O terceiro concelho mais contemplado é o da Guarda com 232 mil euros.
Depois de alguns anos de ausência, a nova direcção administrativa, presidida por Maria Irene Caetano. A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) é uma instituição humanitária, não governamental e de utilidade pública, desenvolvendo a sua missão em obediência aos princípios fundamentais da CVP. Tem como missão acudir e ajudar os mais vulneráveis no sofrimento, nas situações de emergência, nas carências humanitárias e na doença, através de acções de socorro de serviços de acção social e de prestação de cuidados de saúde, no respeito pela pessoa humana na sua dignidade. A sua acção tem um carácter auxiliar, supletivo ou complementar do Governo, da Administração Pública ou Autárquica, quer em situações de normalidade, quer em casos de ocorrência de catástrofes ou de conflito armado. Como qualquer instituição de utilidade pública necessita de uma expressão territorial, deve descentralizar o seu campo de actuação, tendo como principal objectivo chegar mais perto da população, daí a importância das delegações de expressão local. Neste sentido, a Direcção Administrativa da Delegação de Seia «considera fundamental o trabalho de equipa/parceria entre as várias instituições, tendo como objectivo criar uma rede de ligação de actuação entre as mesmas e alargando as valências dos serviços prestados». A Direcção apela à população para se inscreverem como membros ou, numa componente mais activa, como voluntários.

É caso para perguntar se é necessário fazer algum peditório para comprar tinta que dê para terminar de pintar as passadeiras.
O mais curioso é que a forma como a maioria das passadeiras e respectivos passeios se encontram em Seia, não respeitam as normas de acesso a pessoas que se deslocam em cadeiras de rodas ou com outros problemas de mobilidade.
O senense Afonso Costa, que sempre lutou na defesa dos ideais republicanos, não vai ser esquecido nas comemorações do Centenário da Republica que vão ser levadas a cabo pela autarquia. A Câmara Municipal está a constituir uma Comissão de Honra e uma Comissão Executiva para elaborar Programa Municipal de Celebrações do Centenário da República e sabe-se para já que um dos seus objectivos é que a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República Portuguesa inclua Seia no seu itinerário, a fim de relembrar o papel que Afonso Costa teve na consolidação do regime. A autarquia tem já em mente criar a Fundação Afonso Costa e a Casa-Museu Afonso Costa que será localizada em património próprio do município. Para enriquecer a Casa-Museu com espólio do político, o presidente da Câmara de Seia – Filipe Camelo - tem levado a cabo negociações para que os bens pertencentes a Afonso Costa passem a ser propriedade do Município. Relativamente ao Programa Municipal de Celebrações do Centenário da República, que vão decorrer até Agosto de 2011, estão já agendadas algumas iniciativas como os Campeonatos Nacionais XCO - Jogos do Centenário e uma prova de BTT da Federação Portuguesa de Ciclismo que vai decorrer nos dias 17 e 18 de Julho.
O país precisa, com urgência, de um amplo programa de mudança que nos retire deste estado de descrença e de crise profunda em que vivemos. As reformas a empreender já não são uma opção; são uma necessidade imposta pela realidade. Terá de ser um programa de acção que rompa com o actual cenário de estagnação e de empobrecimento.»
Sei que somos capazes e que temos força para o fazer», explica o autor. «É minha expectativa, com este livro, dar um contributo para este debate e um primeiro passo para a mudança que se impõe», acrescenta. “Mudar” será apresentado pelo autor, em outras cidades do país, a partir de dia 27 Janeiro e em http://www.passoscoelho-mudar.com/ é possível conhecer pormenores do livro e do autor.
Pedro Passos Coelho é também, desde 2004, Professor de Economia Aplicada e de Economia do Turismo, no curso de Turismo do Instituto Superior de Ciências Educativas, em Lisboa. O ingresso na vida política deu-se cedo. Em 1978, começou a envolver-se activamente com o PSD, como membro dos órgãos locais e distritais da Juventude Social Democrata. Dois anos mais tarde, integrou o Conselho Nacional da JSD e do PSD e, em 1982, foi eleito membro da Comissão Política Nacional da JSD e seu secretário-geral em 1984.
Exerceu o cargo de vice-presidente desta organização de juventude desde 1986, e quatro anos depois, Pedro Passos Coelho candidatou-se a presidente da JSD, função para a qual foi reeleito duas vezes e que desempenhou até Dezembro de 1995. Em 1991 foi eleito deputado à Assembleia da República, onde foi membro da Assembleia Parlamentar da OTAN (1991-1995) e vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD (1996-1999). Em 1997 foi candidato a presidente da Câmara Municipal da Amadora, tendo sido eleito vereador.
Foi vice-presidente do PSD, na liderança de Luís Marques Mendes (2005-2006). É presidente da Assembleia Municipal de Vila Real desde 2005. Paralelamente à vida profissional e política, Pedro Passos Coelho é ainda fundador da Plataforma Construir Ideias e participou no livro “Juventude: que futuro em Portugal”, editado pelo Instituto Sá Carneiro, em 1981.