Um bebé indonésio tem ataques de fúria e desata a chorar quando os pais lhe recusam um cigarro. O insólito caso passa-se em Musi Banyuasin, na província de Samatra. Apesar de Ardi Rizal, de dois anos, a quem o pai lhe deu o primeiro cigarro quando tinha apenas 18 meses, ter manifestado... repetidas vezes esta reacção, o progenitor mantém-se indiferente. “Não estou preocupado com a sua saúde. Parece saudável”, afirmou Mohammad Rizal.23/05/2010
Bébé de 2 anos viciado em tabaco
Um bebé indonésio tem ataques de fúria e desata a chorar quando os pais lhe recusam um cigarro. O insólito caso passa-se em Musi Banyuasin, na província de Samatra. Apesar de Ardi Rizal, de dois anos, a quem o pai lhe deu o primeiro cigarro quando tinha apenas 18 meses, ter manifestado... repetidas vezes esta reacção, o progenitor mantém-se indiferente. “Não estou preocupado com a sua saúde. Parece saudável”, afirmou Mohammad Rizal.22/05/2010
Ministro não se compromete com IC''s na Serra da Estrela
Júlio Magalhães dia 26 de Junho no Museu do Pão
Como é habitual o Museu do Pão leva a cabo mais uma tertúlia. Assim, no próximo Sábado dia 26 de Junho a seguir ao jantar (22.00 h.). o museu tem o prazer de acolher, no seu Bar-Biblioteca, o jornalista Júlio Magalhães que com o público presente travará animado diálogo, como vem sendo timbre nestas tertúlias.21/05/2010
Seia recebe Simpósio Internacional de Inovação em Turismo e Hotelaria
20/05/2010
As medidas anti-crise e o interior
A opinião do Responsável do Observatório para o desenvolvimento Económico e Social, Dr. José Ramos Pires Manso.• A redução de 5% dos salários dos gestores públicos e políticos é uma medida simpática para a maioria do eleitorado mas simbólica porque afecta pouca gente e o seu valor é irrisório face à enormidade de vencimentos destes profissionais que de profissionais muitas vezes pouco mais têm do que o cartão partidário.
19/05/2010
"O País está perante um problema que só se resolve com eleições?"
16/05/2010
O País entendeu a atitude de Passos Coelho, aliás a atitude mais inteligente e mais digna
Leia aqui a grande entrevista de PPC ao Jornal de Notícias.Não dei a mão ao Governo, dei a mão ao país. Foi preciso cooperar com o Governo para evitar uma situação mais difícil ainda para Portugal. Tenho pena que o Governo não tenha transmitido com toda a latitude, para não dizer com o mínimo realismo, a situação que o país tem vivido. Se o tivesse feito, talvez o país percebesse por que razão fomos forçados a tomar estas medidas. Teria sido mais fácil perceber que atravessamos uma situação extremamente difícil, não apenas porque estamos contagiados por uma situação financeira muito difícil em toda a Europa, mas também porque temos fragilidades próprias, que nos colocaram na primeira linha da ameaça. Só conseguiremos sair dessa primeira linha se mudarmos alguma coisa de estrutural. O sector financeiro passou por uma das crises mais graves de que há memória, nestes últimos 15 dias (e que está lentamente a ser ultrapassada), e o Estado esteve na iminência de não assegurar, em condições sustentáveis, o financiamento à República. Só agora, que a resposta a nível europeu foi encontrada e que alguma confiança pôde ser transmita aos mercados, o Estado estará em condições de fazer esse financiamento.
Imaginou, quando tomou posse, que, dois meses depois, estaria ao lado do PS a aprovar medidas de tão severa austeridade?
Quando tomei posse disse que devíamos começar a mudar estruturalmente a sociedade, repensar as funções do Estado, diminuir a despesa pública e tomar decisões estratégicas, enquanto tínhamos autonomia para escolher o caminho que queríamos fazer. E temos perdido tempo. Perdemos os últimos anos e não ganhámos nos últimos dois meses nem realismo nem capacidade de iniciativa. Essa foi a razão por que nos mostrámos mais frágeis e tivemos de apresentar medidas que, noutras circunstâncias, não teriam sido necessárias. Por essa razão, também, entendi que não devia ter uma posição de arrogância ao comunicar as decisões: sempre defendi que a primeira linha de resposta deveria ser o corte da despesa e não o aumento dos impostos. E, se temos mais cortes na despesa, deve-se à pressão forte exercida por nós. Mas reconheço que não era possível ter uma posição externa credível se não tivéssemos aumentado os impostos.
O pedido de desculpa não pode ser entendido como uma desresponsabilização de quem, há bem pouco tempo, dizia que a sociedade não aguentava mais impostos?
Continuamos no limite da sustentabilidade dos impostos. Não há mais espaço para continuar este caminho. Mesmo que o Estado aumente impostos no futuro, os resultados serão muito escassos. Se eu tivesse sido primeiro-ministro neste tempo, garanto que as medidas importantes que tiveram de ser agora adoptadas sob pressão externa tinham sido tomadas há muito mais tempo, com menos dor, sem necessidade de aumentar os impostos. Quanto mais cedo fizermos o nosso trabalho de casa, mais depressa poderemos trabalhar para o crescimento da economia e da coesão social. Não fui eu, portanto, que deixei chegar o país a esta situação, mas, chegados a este ponto, em que medidas drásticas têm de ser tomadas e rapidamente, concedo que não há outra possibilidade de aparecer perante Bruxelas e o Banco Central Europeu sem uma solução deste tipo. E por isso achei que fazia sentido começar por dizer ao país que lamentava e pedia desculpa por ter contribuído para esta solução, a única que podemos apresentar nos dias de hoje. Mas isso não significa lavar as mãos.
Significa levar o Governo às costas, como diz Alberto João Jardim?
O Governo é que governa, exerci o papel que devia ter exercido para não abandonar Portugal e evitar que o país caísse no caos em que teria caído, se estas medidas não fossem aprovadas. Estou de consciência tranquila de ter posto primeiro Portugal e o meu sentido de dever numa situação que era de emergência nacional . Isso não significa que tenha decidido fazer um Governo com o Partido Socialista ou que esteja a fazer um acordo parlamentar com o PS. Pelo contrário, estou a dizer que estarei muito vigilante na forma como o Governo vai agora concretizar essas medidas.
Podemos concluir deste acordo que não haverá eleições legislativas antecipadas por iniciativa do PSD?
Seria a coisa mais simples do mundo ter precipitado eleições, na medida em que o Governo não teria credibilidade externa para prosseguir caminho sem as medidas que apresentou. Simplesmente, nós teríamos muito mais do que eleições: teríamos o Fundo Monetário Internacional e uma recessão séria nos próximos anos. Era o que teria acontecido, se o PSD quisesse uma desforra política, até porque não temos qualquer responsabilidade na situação. Este primeiro-ministro é primeiro-ministro há seis anos, não há dois nem há um.
Tem responsabilidade, agora?
Tenho a responsabilidade de ter dito que o país precisava de, nos próximos seis anos, fazer o trabalho de casa que não fez nos últimos seis, de ter dado oportunidade ao país de, em vez de mergulhar no caos social, ganhar credibilidade externa para manter condições políticas de estabilidade e fazer o trabalho de casa. Se vai ser feito ou não, depende do Governo.
Pode responsabilizar-se o Governo e o PSD pelas consequências das medidas adoptadas?
Sim, e espero que sejam boas. Apresentarmos no final do ano um resultado de finanças públicas mais sustentável do que o que tínhamos: em vez de um défice de 9,4%, poderemos chegar ao final do ano próximo dos 7% para, no próximo ano, apresentar um resultado até 4,6%. Isto significa que podemos garantir financiamento externo à economia, manter a Banca portuguesa aliviada do garrote da liquidez e, sobretudo, que, em Portugal, se faça confronto político em torno do que devem ser as reformas estruturais. Esse debate precisa de ser aprofundado para que o país escolha livremente se quer manter o rumo seguido nos últimos anos ou se quer mudar de rumo.
Quando os sindicatos saírem à rua em protesto contra estas medidas vai sentir-se pessoalmente atingido?
Espero que todos os que mostrarão o seu desagrado tenham consciência de que essas medidas são, hoje, as estritamente necessárias. Não estou a dizer que as pessoas têm razões para celebrar; têm razões para estar aborrecidas e contrariadas, eu também estou contrariado - e não acredito que o Governo esteja feliz -, mas as medidas são necessárias. O importante é que o Estado não recorreu apenas ao aumento dos impostos, também deu o exemplo: pediu mil milhões em impostos, mas ofereceu mil milhões em cortes da despesa.
Uma parte significativa veio do subsídio de desemprego...
Não é significativa, é alguma. Estima-se em cerca de 120 a 150 milhões de euros o que o Estado pode reduzir de despesa face ao ano anterior com uma maior fiscalização das prestações sociais, evitando fraudes, abusos, com a redução do valor do subsídio de desemprego e também das medidas anti-cíclicas que estavam anunciadas e que representavam, no essencial, acções de formação pagas para sectores muito específicos que têm vindo a recuperar no primeiro quadrimestre deste ano, em particular o sector automóvel. Há um esforço grande do Estado para cortar despesa, cerca de 250 milhões de euros, por exemplo, em consumos intermédios, em aquisições de bens e serviços, apesar de, há cerca de duas semanas, o Governo ter dito na Assembleia da República que as propostas do PSD eram uma mão cheia de nada. Pelos vistos não são.
15/05/2010
Em Oliveira do Hospital a Ministra do Ambiente anunciou hoje...o aumento do preço da água
Aumento do preço da água é "inevitável e necessário", diz ministra do ambiente.A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, afirmou este sábado em Oliveira do Hospital que "o preço da água ao consumidor vai ter que subir", um aumento que considera "inevitável e necessário".Dulce Pássaro encerrou a quarta edição da Conferencia "Aquanostra - Água e Ambiente uma Cumplicidade Conveniente", promovida pelos Clubes Rotários da Beira Serra que decorreu hoje em Oliveira do Hospital. A ministra do Ambiente referiu que, "perante a lei, os municípios podem sempre estabelecer livremente o preço da água", sendo que a Constituição da República assim o determina, mas considera que "esta não será uma boa prática". "Este é um tema muito polémico", disse a ministra, adiantando que a Entidade Reguladora das Águas e Resíduos "já fez uma recomendação para calcular o preço com base num modelo único". Sobre este tema, Dulce Pássaro, alertou os municípios para que "acautelem situações de especial dificuldade económica e também as famílias numerosas", estabelecendo tarifas especiais para estas situações. Francisco Ferreira, da Quercus, também orador neste colóquio, corrobora a opinião da ministra, afirmando que "é necessário explicar aos portugueses que a água que consumimos está barata" e que esta situação leva ao desperdício. João Pedro Rodrigues, presidente da empresa Águas do Zêzere e Côa (AZC), outro dos oradores, salientou a necessidade de serem criados "mecanismos de solidariedade em relação ao interior do país" e exemplificou com o custo do metro cúbico de água em Lisboa (1,7 euros) comparado com o custo na região abrangida por esta empresa que "ronda os 4,7 euros". João Pedro Rodrigues disse, no entanto, que o preço de produção de água pela AZC "irá baixar por razões técnicas e de diminuição do investimento em infraestruturas". Dulce Pássaro abordou também o Plano Nacional de Construção de Barragens (PNCB), afirmando que "existe algum consenso sobre ele" e que é "na globalidade muito positivo para o país". "O PNCB tem alguns impactes ambientais, mas estes serão atenuados por mecanismos de compensação", afirmou a ministra. Dulce Pássaro referiu também a importância do novo Polis para os rios que "terá uma abordagem integrada, replicando o que foi feito para o Polis das cidades" e que, segundo afirmou, "irá permitir a requalificação de muitos cursos de água em todo o país". Questionada pela Lusa sobre o impacto no seu ministério das medidas de austeridade recentemente anunciadas pelo Governo, Dulce Pássaro afirmou que estas "não vão ter grande impacto, pois a maioria dos projetos são prioritários e são sobretudo financiados pelo Quadro de Referencia Estratégica Nacional". (Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)
Lusa
Combustíveis sobem na próxima semana
O comportamento dos mercados antecipa um aumento dos preços da gasolina e do gasóleo em Portugal na próxima semana. Os preços praticados pelas gasolineiras têm como base a cotação média da gasolina e do gasóleo na semana anterior. Tendo em conta que, segundo dados da Bloomberg, ambos subiram esta semana - 3,86% e 4,23% respectivamente - antecipa-se um novo aumento dos preços dos combustíveis a partir de segunda-feira. Nos postos de combustível, o litro de gasóleo custa actualmente cerca de 1,199 euros, enquanto o preço da gasolina ronda os 1,429 euros por litro. De acordo com o último relatório de Bruxelas, depois de impostos, o preço médio da gasolina 95 octanas praticado em Portugal é o sexto mais caro em toda a União Europeia. Já o gasóleo é o 13ª mais caro entre os 27 países do espaço comunitário.por: Rita Paz
14/05/2010
Museu da Miniatura Automóvel apresenta colecção de Papa-Móveis
No âmbito da visita do Papa Bento XVI a Portugal, o Museu da Miniatura Automóvel, sediado em Gouveia, Serra da Estrela, apresenta como um dos fortes atractivos de 2010 a colecção de Papa-Móveis, dos mais diferentes Papas. Constitui-se assim uma oportunidade única de ver diferentes modelos, designadamente, o Fiat 525 de Pio XVI, o Mercedes Adenauer e o Citröen DS de João Paulo XXIII, o Mercedes 600 Landaulet de Paulo VI, o Mercedes S500 de Bento XVI e vários Mercedes utilizados pelo Papa João Paulo II. A organização destaca duas miniaturas do Papa João Paulo II, nomeadamente, o Fiat Campagnola, com o qual sofreu o atentado em 1981 e o UMM que foi propositadamente construído aquando da sua visita à Madeira em 1991, com a matrícula UX-19-91. Trata-se de uma miniatura rara, acrescenta a nota informativa, já que a mesma foi construída pelo coleccionador Rui Miller, baseado no modelo à escala real, com base num modelo Alter em resina. O Modelo foi serrado e acrescentado em comprimento, para fazer a versão do chassis longo da mesma, que equipa o Papa móvel.in: http://radioboanova.com
13/05/2010
Domingo é dia de Marcha da Solidariedade
A Galeria Paz de Espírito e o Solar do Mimo – Centro de Acolhimento Temporário de Crianças em Risco, vêm por este meio apresentar a V. Exa. a II Marcha da Solidariedade, que tem por objectivo a angariação de fundos para o Solar do Mimo. A Marcha da Solidariedade deste ano, a realizar no próximo dia 16 de Maio, pelas 10 horas, conta com a presença e apoio do Campeão Olímpico, Carlos Lopes. O percurso de grau de dificuldade médio, terá uma distância de mais ou menos 3 Kms, sendo que a partida se fará do Solar do Mimo, São Romão, em direcção ao Largo da Câmara Municipal de Seia. A caminhada é aberta a toda a comunidade, mediante inscrição, onde cada pessoa poderá contribuir com pelo menos 1 euro para esta causa. As inscrições podem ser feitas na Galeria Paz de Espírito (238083880) e no Solar do Mimo (238083011).Participem! Dêem o vosso contributo.
Portugal em CRISE. Medidas de austeridade vão ser anunciadas
O Executivo irá ainda cortar em 5% os ordenados dos políticos e gestores públicos;
Será também criada uma taxa adicional de 2,5% para empresas e para a banca.
12/05/2010
11/05/2010
10/05/2010
«O título não é de Lisboa, é de todo o País»
Recebido no edifício da Câmara Municipal de Lisboa, o presidente do Benfica agradeceu a honra prestada pelo edil da capital, mas deixou a garantia: «O título conquistado não é de Lisboa, é de todo o País.»«O Benfica nasceu em Lisboa, mas nunca se fechou na cidade. Nunca dividimos o País, somos do Norte e do Sul, de todos os locais onde existem benfiquistas», afirmou Luís Filipe Vieira, que fez, então, questão de dedicar o título «a todos os sócios e simpatizantes do clube existentes por todo o Mundo».Deixou ainda a garantia de que «o Benfica vai continuar tal como tem sido, seguro das suas capacidades e optimista quanto ao futuro». Rematando: «Este título não foi contra ninguém, por isso é de todos os que gostam de futebol e de todos os que são tolerantes, aceitando as diferenças.A finalizar, Luís Filipe Vieira emocionou-se ao evocar a memória de Walter Marques (ex-dirigente do clube que faleceu no início do ano) e entregou camisola do clube com o número 10 a António Costa.Envie a sua mensagem de parabéns ao BENFICA
» LEIA AS MENSAGENS ENVIADAS (PÁG. 1)
» LEIA AS MENSAGENS ENVIADAS (PÁG. 2)
» LEIA AS MENSAGENS ENVIADAS (PÁG. 3)
09/05/2010
BENFICA CAMPEÃO 2009/2010



08/05/2010
Cerca de 700 peregrinos assistidos pela Cruz Vermelha Portuguesa - Delegação de Seia
A Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Seia, assistiu desde a passada 5.ª feira até hoje, mais de 700 peregrinos. Em vários pontos de assistência desde Pinhanços, passando por Torroselo até à Póvoa das Quartas, uma equipe pluridisciplinar composta por enfermeiros, médicos, assistentes sociais, massagistas, fisioterapeutas e outros voluntários de várias áreas, o apoio centrou-se exclusivamente no tratamento de pés, musculos, apoio psicológico, apoio alimentar e outros. Segundo a Presidente da Delegação de Seia da Cruz Vermelha Portuguesa, Maria Irene Caetano, esta acção envolveu além dos membros da Delegação, cerca de 60 voluntários do Concelho de Seia, de várias localidades que se quiseram juntar a esta acção de voluntariado e dar aos peregrinos o apoio necessário para que estes atinjam o objectivo das suas promessas rumo ao Santuário de Fátima no ano em que o Papa Bento XVI visita o nosso País. De registar o número elevado de peregrinos em relação a anos anteriores. Desta forma a Delegação de Seia da Cruz Vermelha Portuguesa cumpriu com a sua missão totalizando o apoio a mais de sete centenas de peregrinos.07/05/2010
05/05/2010
O que é a EUNIC?
EUNIC Bruxelas é o quadro da União Europeia através do qual as instituições culturais nacionais, com uma presença permanente na Bélgica, juntamente com as suas redes em toda a Europa coooperam no desenvolvimento e execução de projectos multilaterais exclusivamente cultural e de iniciativas/actividades. A EUNIC Bruxelas pretende elogiar o papel dos programas nacionais e culturais dos seus institutos membros. EUNIC Bruxelas é um projecto dirigido, é uma organização voluntária que pretende reflectir sobre a diversidade em todas as suas formas e, ao mesmo tempo que reconhece a importância do património cultural comum da Europa. Organiza acções conjuntas baseadas em interesses comuns europeus, com o objectivo de aprofundar o entendimento e o respeito entre as pessoas. EUNIC Bruxelas não representam os interesses de todo o sector cultural específico e as suas atividades incluem projectos nas artes, educação, linguagem, sociedade civil, entre outros. Desde a sua criação em 1997 CICEB / EUNIC Bruxelas tem desfrutado de uma estreita relação de trabalho com a Comissão Europeia e outras instituições da UE. Ele tem sabido dar resposta aos convites à apresentação de propostas com uma vasta gama de projectos relacionados com a cultura. Com seus 13 institutos de membros e 12 línguas EUNIC Bruxelas é um bom exemplo de cooperação cultural europeia. A Presidência do EUNIC Bruxelas gira anualmente como os agentes principais. Actualmente, a Presidência é exercida pelo Ministro da Cultura Húngaro, e as vice-presidências do Centro de Informação romeno e pelo Istituto Italiano di Cultura. Reconhecendo os desafios culturais hoje EUNIC Bruxelas está centrada sobre o Diálogo Intercultural, Multilinguismo e Cidadania Europeia.04/05/2010
Festa vermelha na Av. 1º de Maio, Domingo a partir das 19h45

03/05/2010
Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro
Esta infra-estrutura torna acessível aos visitantes toda a herança cultural das Guerras Penínsulares, potenciando, também, o concelho da Lourinhã, bem como a freguesia do Vimeiro, que passa a contemplar um núcleo de atracções turísticas composto pelo Centro de Interpretação, o Monumento Comemorativo da Batalha, Imóvel de Interesse Público desde 26 de Fevereiro de 1982, e os percursos pedestres - criados, também eles, no âmbito das comemorações do Bicentenário. Com um carácter multifuncional, o CIBV permite congregar peças museológicas, documentos da época e conteúdos virtuais. Projectado pelo arquitecto Augusto Silva, este equipamento encontra-se estrategicamente orientado, permitindo que os visitantes visualizem, logo à entrada, parte do campo de batalha. O CIBV compreende um auditório, uma sala de estudos que incorpora documentação relacionada com o período das Guerras Peninsulares, bem como salas de exposição. Para além de mostras de cariz temporário, o CIBV acolhe exposições permanentes constituídas, em grande parte, por donativos da população do Vimeiro que, desta forma, contribui, para o sucesso destas iniciativas.
02/05/2010
28/04/2010
27/04/2010
26/04/2010
"Os Últimos Moínhos" foi convidado para participar no Festival de Cinema Europeu dedicado à temática ambiental a realizar em Riga, Letónia
Discurso do Presidente da República na 36ª Sessão Comemorativa do 25 de Abril
Na madrugada de 25 de Abril de 1974, um jovem capitão de 29 anos reuniu os seus homens da Escola Prática de Cavalaria de Santarém. Falou-lhes do estado a que Portugal chegara e terminou dizendo: «quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!».
Vieram todos, sem excepção, mesmo sabendo que corriam riscos, incluindo o risco de não regressar com vida. Ao fim de algumas horas, caía um regime cansado de guerra. É por isso que aqui estamos hoje.
Foram eles os filhos da madrugada. Não caminharam para Lisboa em busca de cargos ou de lugares. Não vieram à procura de um lugar na História – e é justamente por isso que o merecem.
Como o retratou Sophia de Mello Breyner, Salgueiro Maia foi «aquele que deu tudo e não pediu a paga». Um exemplo notável para muitos Portugueses dos nossos dias, que tantas vezes cedem às seduções vazias e efémeras da sociedade de consumo e outras tantas vezes medem o valor dos homens pelo dinheiro ou pelos bens que ostentam.
Aqueles que saíram de Santarém, de Mafra, de Tancos, de Santa Margarida, de Estremoz ou de Vendas Novas rumaram a Lisboa porque não se conformaram com o País em que viviam. Vieram todos, porque todos queriam mudar. Queriam um país livre.
Neste dia, devemos ter presente um facto muito singelo: em 2010 completam 36 anos aqueles que nasceram em 1974. São mais de três milhões os Portugueses que não possuem qualquer recordação do que foi o 25 de Abril de 1974 porque, pura e simplesmente, não tinham nascido na altura. Vêem a democracia como um dado adquirido.
Um jovem de 24 anos, que termina este ano o ensino superior, sempre viveu num Portugal membro das Comunidades Europeias. Vê a Europa como o seu espaço.
Uma criança de 8 anos não conheceu outra moeda que não o euro, não sabe como era o escudo.
Aqueles que sempre viveram em liberdade desconhecem o seu preço. Em larga medida, só nos apercebemos do valor das coisas quando nos vemos privados delas. A melhor lição de liberdade é a experiência da não liberdade.
Temos, pois, um dever de memória para com aqueles que nasceram já depois de 1974. Devemos ensinar-lhes o que custou conquistar a liberdade e que a defesa da liberdade deve ser um princípio de acção para os agentes políticos e para todos os cidadãos.
O 25 de Abril foi feito em nome da liberdade, mas também em nome de uma sociedade mais justa e solidária. Será aí, porventura, que o balanço destas três décadas de democracia se revela menos conseguido.
A sociedade portuguesa é hoje mais justa do que aquela que existia há 36 anos. No entanto, persistem desigualdades sociais e, sobretudo, situações de pobreza e de exclusão que são indignas da memória dos que fizeram a revolução de Abril.
A sensação de injustiça é tanto maior quanto, ao lado de situações de privação e de grandes dificuldades, deparamos quase todos os dias com casos de riqueza imerecida que nos chocam.
Na minha mensagem, no primeiro dia do ano de 2008, disse: “sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e da necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores”.
Embora este meu alerta não tenha então sido bem acolhido por alguns, não me surpreende que agora sejam muitos os que se mostram indignados face aos salários, compensações e prémios que, segundo a comunicação social, são concedidos a gestores de empresas que beneficiam de situações vantajosas no mercado interno.
Como já afirmei noutra ocasião, na génese da actual crise financeira e económica internacional encontra-se a violação de princípios éticos no mundo dos negócios e a avidez do lucro fácil, a que se juntaram deficiências na regulação e supervisão dos mercados e das instituições financeiras. Os custos sociais traduzem-se hoje em perda de poupanças amealhadas com grande esforço, destruição de empregos, emergência de novos pobres.
As injustiças sociais e a falta de ética são dois factores que, quando combinados, têm efeitos extremamente corrosivos para a confiança nas instituições e para o futuro do País.
A injustiça social cria sentimentos de revolta, sobretudo quando lhe está associada a ideia de que não há justiça igual para todos.
Senhor Presidente da Assembleia da República,
Deixámos o império, abraçámos a democracia, escolhemos a Europa, alcançámos a moeda única, o Euro. Mas duvidamos de nós próprios. Os Portugueses perguntam-se todos os dias: para onde é que estão a conduzir o País? Em nome de quê se fazem todos estes sacrifícios?
A prova de que se acumulam dúvidas quanto ao futuro do País está no número de jovens que partem. Infelizmente, aqueles que vão para o estrangeiro são, com frequência, os mais qualificados, os mais promissores.
Mas na maioria deles persiste o desejo de regressar. Tenho-os encontrado nos Estados Unidos, em Espanha, na Alemanha, no Luxemburgo. São jovens que querem estar entre os melhores, para competir com os melhores. Dizem-me quase todos que gostariam de voltar ao seu País desde que tivessem condições para isso, sobretudo condições de trabalho nas suas áreas de especialização.
Este é um potencial que o País não pode desperdiçar. É a saída de mais jovens com valor e talento para o estrangeiro que pode fazer de Portugal um país periférico. No mundo actual, a periferia está onde mora a ineficiência do Estado, a falta de excelência no ensino, a ausência de conhecimento, de inovação e de criatividade, em suma, a periferia está onde mora o atraso competitivo.
Durante muitos anos, o facto de nos encontrarmos na periferia da Europa foi considerado uma das causas principais do nosso atraso. Portugal era a Finisterra, como já os Romanos lhe chamavam. Estávamos num extremo perdido da Península Ibérica, longe das grandes vias de circulação e comércio através das quais a Europa, desde a Idade Média, construiu progresso e edificou catedrais.
Tudo isto mudou no nosso tempo. A geografia deixou de ser uma fatalidade irremediável. Estar perto ou estar longe do centro não é algo que se meça em quilómetros, pois estamos no centro do mundo se tivermos o conhecimento e o engenho para tanto. Graças às novas tecnologias, não há longe nem distância. As noções de centro e de periferia foram radicalmente alteradas.
Num espaço global, existem por certo novas ameaças, grandes desafios que as economias emergentes nos colocam. Não podemos perder tempo, porque a concorrência será implacável. Quem ficar para trás, terá de fazer um enorme esforço de recuperação.
No mundo actual, não esperemos que os outros nos ajudem se não acreditarmos em nós próprios, se formos incapazes de fazer aquilo que nos cabe fazer.
A globalização e o aprofundamento da integração europeia obrigam-nos a procurar a diferença, a encontrar factores distintivos para o nosso País, a aproveitar bem as nossas vantagens comparativas. Devemos ter uma visão de longo prazo que indique o lugar que queremos ocupar na Europa e no Mundo.
Senhor Presidente da Assembleia da República,
Portugal vive uma grave crise que é de todos conhecida. É nestas alturas que temos de ser capazes de abrir caminhos que levem o País a novas oportunidades. Irei referir dois deles: o mar e as indústrias criativas.
Portugal encontra-se na periferia da Europa, mas está no centro do mundo. Somos uma «nesga de terra debruada de mar», como nos chamou Torga, palavras que recordei nesta Sala, quando tomei posse como Presidente da República. Possuímos uma vasta linha de costa, beneficiamos da maior zona económica exclusiva da União Europeia. Poderemos ser uma porta por onde a Europa se abre ao Atlântico, se soubermos aproveitar as potencialidades desse imenso mar que se estende diante dos nossos olhos, mas que teimamos em não ver.
Como pode um país, projectado sobre o Oceano Atlântico, na encruzilhada de três continentes, ver-se a si próprio como periférico?
Para além das especificidades da nossa geografia, temos a História. Num só século, revelámos à Europa dois terços do planeta, percorrendo as costas de todos os continentes. Pusemos em contacto muitos dos povos do mundo e criámos uma língua universal. Por causa disso, Portugal continua a projectar no exterior a imagem de marca de país marítimo.
Que justificação pode existir para que um país que dispõe de tão formidável recurso natural, como é o mar, não o explore em todas as suas vertentes, como o fazem os outros países costeiros da Europa?
Porque retiram esses países tanto valor e criam tanto emprego com a exploração económica do mar, e nós não?
Temos de repensar a nossa relação com o mar. Repensar o modo como exploramos as oportunidades que ele nos oferece. Importa afirmar a ideia de que o mar é um activo económico maior do nosso futuro.
Setenta por cento da riqueza gerada no Mundo transita por mar. Devemos pois apostar mais no sector dos transportes marítimos e dos portos.
Mas também no desenvolvimento de fontes marinhas de energia, de equipamentos para a exploração subaquática de alta tecnologia, de produtos vivos do mar para a biotecnologia ou das indústrias de equipamento, de reparação e de construção navais.
Temos de incentivar a prospecção e exploração da nossa plataforma continental, cujo projecto de levantamento se encontra em apreciação nas Nações Unidas.
Pensando na combinação do mar com o nosso clima temperado, importa desenvolver as actividades marítimo-turísticas, a náutica de recreio, o turismo de cruzeiros. A par disso, temos de fomentar a aquacultura e a manutenção de uma frota de pesca sustentável.
A ausência de um pólo desenvolvido de indústrias marítimas é de facto surpreendente quando Portugal apresenta um conjunto de vantagens comparativas que são extremamente relevantes à escala europeia.
Às vantagens decorrentes da nossa geografia, da História e da imagem externa do País podemos ainda juntar as estratégias e políticas para o mar desenhadas nos últimos seis anos em Portugal e na própria União Europeia. Não é necessário fazer mais estudos e relatórios. Basta agir em cumprimento daquelas estratégias.
É essencial que criemos condições e incentivemos os agentes económicos a investir no conjunto dos sectores que ligam economicamente Portugal ao mar.
Penso, desde logo, na criação de condições de competitividade e estabilidade fiscal para os transportes marítimos e para os portos portugueses, que lhes permitam, pelo menos, igualar as condições dos demais Estados costeiros da União Europeia, bem como dinamizar as auto-estradas do mar, juntamente com os nossos parceiros da União.
Sem querer transmitir a ideia de que o mar é a panaceia para todos os nossos problemas, entendo que o mar deve tornar-se uma verdadeira prioridade da política nacional.
Abraçando um desígnio marítimo seremos mais fortes, porque dependeremos menos dos transportes rodoviários internacionais, cada vez mais condicionados pelas políticas europeias do ambiente.
Seremos mais fortes porque com a exploração da energia a partir do mar poderemos enfrentar melhor os desafios da segurança e sustentabilidade energética, reduzindo a dependência do exterior e promovendo novas tecnologias.
Portugal e os Portugueses precisam de desígnios que lhes dêem mais coesão, mais auto-estima e mais propósito de existir. O mar é certamente um deles.
Senhor Presidente da Assembleia da República,Senhoras e Senhores Deputados,
Graças à nossa riqueza histórica e cultural, ao talento de muitos dos nossos jovens, à capacidade de adaptação da nossa mão de obra e ao nosso clima privilegiado, temos ainda a possibilidade de desenvolver centros de excelência que se configurem como marcas distintivas à escala europeia.
À semelhança do que ocorreu noutras cidades da Europa, de Barcelona a Berlim, passando por Amesterdão ou Estocolmo, podemos fazer com que alguns centros urbanos se convertam em grandes pólos internacionais de criatividade e conhecimento.
Além da capital do País, o Porto é uma cidade que dispõe de todas as condições para ser um pólo aglutinador de novas indústrias criativas, ligadas às artes plásticas, à moda, à publicidade, ao design, ao cinema, ao teatro, à música e à dança, mas também à informática, à comunicação e ao digital.
Não é de hoje a vitalidade cultural portuense, como não é de hoje a capacidade empreendedora das gentes do Norte. O Porto sempre se orgulhou da sua vida intelectual e esse orgulho é legítimo: das letras às artes plásticas, passando pela arquitectura, aí existe muito do melhor que Portugal fez nas últimas décadas.
Uma aposta forte dos poderes públicos, conjugada com a capacidade já demonstrada pela sociedade civil relativamente a projectos culturais de referência, poderão fazer do Porto e do Norte uma grande região criativa, sinónimo de talento, de excelência e de inovação.
Aí existe um tecido humano feito de gente activa e dinâmica, um espírito de inovação e de risco, um culto do que é novo e diferente. Há capital humano de excelência, há estabelecimentos de ensino e equipamentos de qualidade. Só falta mobilizar esforços para transformar o Porto e o Norte numa grande região europeia vocacionada para a economia criativa e fazer desse objectivo uma prioridade da agenda política.
Estudos recentes vieram mostrar que as actividades culturais e criativas podem desempenhar um papel de crescente relevância na economia portuguesa, à semelhança do que ocorre noutras sociedades desenvolvidas e pós-industriais. Na Região Norte, aliás, foram já lançadas iniciativas visando tirar partido das suas potencialidades neste domínio.
O Porto presta-se claramente a exercer um papel de núcleo dinamizador do engenho criativo. O seu espaço urbano, aliando o antigo e o moderno, o esplendor do barroco das igrejas e a sobriedade da arquitectura contemporânea, pode converter-se numa marca de projecção internacional através de um movimento colectivo e inovador que atraia novas dinâmicas de desenvolvimento, com criadores talentosos, artistas portugueses e estrangeiros, empresários jovens com sentido de oportunidade.
Temos aí um enorme potencial para desenvolver um turismo diferente e de qualidade e para fundar uma nova centralidade alicerçada no vanguardismo estético e na inovação tecnológica e empresarial.
Portugueses,
Há 36 anos, marcámos encontro com um destino de liberdade. Não nos deixámos abater por um regime de muitas décadas que caiu em poucas horas.
É nosso o País. Temos florestas e temos o mar. Temos jovens talentosos que aqui querem viver. Temos cidades e regiões à espera de se afirmarem. É desta matéria-prima que se fazem os sonhos.
No dia de hoje, celebramos a esperança dos que acreditaram, sobretudo em si próprios.
Sem ilusões nem falsas utopias, devemos acreditar porque temos razões para isso.
Há uma razão, acima de todas. Motivo de ser como somos, ela é a nossa maior razão de esperança. Connosco a temos, há muitos séculos, com ela vivemos desde que nascemos. Essa razão de esperança tem um nome: chama-se Portugal.
Obrigado.






