23/10/2010
CINE´ECO 2010. Assalto ao St.ª Maria contou com a participação do Realizador Francisco Manso e do actor Vitor Norte
22/10/2010
Assalto ao Santa Maria” no Cine’Eco em Seia
Elenco:Pedro Cunha (Zé Ramos)Leonor Seixas (Ilda)Carlos Paulo (Capitão Henrique Galvão)Alfonso Algra (Capitão José de Sotomaior)António Cerdeira (Camilo Mortágua)André Gomes (General Humberto Delgado)Vítor Norte (Alfredo Enes)Maria d’Aires (Amália Enes)Bruno Simões (Júlio, “camarada de armas” de Zé)João CabralJoão Maria Pinto
21/10/2010
OP - Boletim Informativo. DESTAQUES da edição n.º 3
Lista de premiados do Festival de Cinema - CINEECO 2010;
Reportagem sobre a "ROTA DA BROA DE LORIGA";
ENTREVISTA com...Herman Mertens, fotógrafo e autor do blogue: http://patio-velho.blogspot.com
JÁ SABE para receber o boletim informativo em formato pdf basta enviar um e´mail para: oceano_palavras@portugalmail.pt
20/10/2010
2 Portugueses filmaram na favela mais perigosa do Rio de Janeiro. O Filme vai passar 6.ª feira no DOC LISBOA
18/10/2010
"Mar Português" do Realizador Francisco Manso é sério candidato à vitória do CineEco 2010
EU APOSTO NESTE DOCUMENTÁRIO.O filme do Produtor e Realizador da RTP, Francisco Manso, sugere uma nova relação de Portugal com o mar, tendo em conta que «mais de metade dos recursos piscatórios do planeta se encontram ameaçados devido às práticas de pesca excessiva», sem esquecer «a condição de Portugal como estado costeiro de grandes dimensões». No filme, os autores abordam o problema da escassez de recursos marinhos, o crescimento da população mundial e o impacto da mudança do clima. Francisco Manso, que está actualmente a trabalhar na longa-metragem de ficção «O cônsul de Bordéus», sobre o diplomata Aristides de Sousa Mendes, conta no currículo com vários documentários, entre os quais «A grande aventura», sobre a pesca do bacalhau, ou «A outra face do fogo», sobre a utilização do fogo na gestão florestal."Ontem como hoje, o Oceano torna-se uma fronteira de oportunidades e conhecimento. O uso económico do mar deixou de estar centrado na exploração de recursos biológicos e limitado à navegação para pesca e transporte. Mais depressa do que os génios da Guer
ra Fria conseguiram imaginar, os recursos oceânicos não vivos adquirem uma importância extraordinária. Gás, petróleo, minerais e sulfuretos são produtos-chave da “nova economia marítima”; uma cadeia de valor assente nas potencialidades geradas na ciência e inovação e nos imperativos da sustentabilidade da exploração dos recursos. A escassez de recursos marinhos, o crescimento da população mundial e o impacto das alterações climáticas obrigam, porém, a admitir os cenários mais sombrios: mais de metade dos recursos piscatórios do Planeta encontram-se ameaçados devido às práticas de pesca excessiva. Os diagnósticos mais alarmantes declaram o século XXI como o último em que as sociedades humanas se poderão alimentar com alimentos selvagens de origem marinha… A condição de Portugal como Estado costeiro de grandes dimensões, dotado da maior Zona Económica Exclusiva dos países da União Europeia, e a inviabilidade de uma economia marítima centrada na extracção de recursos vivos marinhos – a pesca e indústrias derivadas – impõem uma nova relação com o mar. A ideia científica de que os Oceanos formam uma única entidade dinâmica ajudou a depor a velha noção de “mar soberano”. Por impulso da Nações Unidas, a antiga identificação dos mares com o território dos Estados-Nação coloniais também soçobrou. Esta mensagem subtil não chegou, porém, às profundezas da sociedade civil. A tentativa de definição de políticas de revitalização da economia marítima portuguesa não produziu resultados imediatos nem muito expressivos. O mar continua a significar pouco no conjunto da riqueza criada pelo País: escassos 0.6% do PIB. Decaíram as actividades marítimas tradicionais (a pesca, o transporte de mercadorias e a construção naval), mas surgiram indústrias novas e alternativas, em regra muito exigente em termos de monitorização tecnológica: a aquicultura e a hidrotermia (o aproveitamento da energia das ondas) são as principais. A dimensão concreta e imaginária do “mar português”, a geopolítica e a capacidade acumulada pela tradição do trabalho no mar têm justificado apelos de regresso ao mar e inspirado diversas teses para uma organização integrada das suas indústrias. Como aproveitar as potencialidades económicas, ainda pouco conhecidas, da imensa Zona Económica Exclusiva Portuguesa? Na sua ZZE, o estado ribeirinho possui “direitos de soberania para fins de exploração e de aproveitamento, conservação e gestão dos recursos naturais, vivos ou não vivos das águas sobrejacentes ao leito do mar e do seu subsolo. E possui os mesmos direitos quanto à produção de energia a partir da água, das correntes e dos ventos. Além disso, o Estado costeiro possui jurisdição no que se refere a colocação e utilização de ilhas artificiais, instalações e estruturas, investigação científica marinha”, protecção e preservação do meio marinho. Quando invocamos o “Mar Português” talvez já não falemos do mar imaginado que Fernando Pessoa decantou no seu inolvidável poema… O mar como palco da odisseia histórica dos portugueses persiste nas narrativas ficcionais e no imaginário colectivo, mas exprime-se, cada vez mais, num culto nostálgico da memória das grandes fainas marítimas. Importa evitar que Portugal e o Mar quebrem a sua aliança poética, quase mítica e bem alojada no imaginário colectivo. Mais importante, porém, será que o “Mar Português” deixe de ser uma referência identitária vaga e pouco mais que lírica; uma ideia conveniente, mas incapaz de colocar e vencer desafios concretos. Ontem como hoje, o “Mar Português” só existe se for ousadamente conhecido."
14/10/2010
DOCLISBOA de 14 a 24 de Outubro
Filme sobre vida de José Saramago e Pilar del Rio abre o doclisboa 201013/10/2010
09/10/2010
o blogue feito pelos seus leitores
OHs.21 – Associação Cultural e Multimédia de Oliveira do Hospital Apresenta AGIRARTE 13 – Festival de Artes Plásticas de Oliveira do HospitalO número 13, como é sobejamente conhecido, está carregado de forte simbolismo, andando quase sempre de mãos dadas com essa coisa chamada azar. Mas chegar até à 13ª edição do AGIRARTE, o Festival de Artes Plásticas de Oliveira do Hospital, será tudo menos azar. Aliás, para se chegar até aqui foi preciso também muita sorte. Sorte em estarmos unidos, sorte em podermos trabalhar juntos,sorte em termos sempre artistas interessados em participar, sorte em termos os parceiros certos para o sucesso do certame, enfim, sorte em podermos ser bafejados com a arte ao virar da esquina,sempre presente durante o mês de Dezembro, como tem sido habitual ao longo de todos estes anos. Desde a sua fundação que a OHs.21 tem tido uma palavra a dizer no mês que se avizinha e este ano, naturalmente, não é excepção. Prometemos pintar os espaços públicos do concelho com outras cores e tudo faremos para que tal seja uma realidade.Para já apresentamos o cartaz da edição de 2010 e a respectiva ficha de inscrição, apelando, naturalmente, à melhor divulgação possível. Estão previstas algumas novidades para esta edição, como aliás vem sendo hábito nos últimos anos, nomeadamente ao nível das actividades paralelas, na área da música, instalação multimédia ou poesia.
Para qualquer esclarecimento, podem usar o seguinte endereço electrónico: s.21.ohs@gmail.com
Brevemente, divulgaremos mais pormenores sobre esta edição do AGIRARTE.
Melhores cumprimentos,
O Presidente da Direcção,
Luís Antero Neves Gonçalves
08/10/2010
CineEco nas Freguesias? ou "Ainda Há Pastores?" nas Freguesias?
07/10/2010
o blogue feito pelos seus leitores
Basta 1€.
Agradecemos todos os contributos, mesmo que sejam simbólicos.
Passem a mensagem...
A todos muito Obrigado!!
05/10/2010
A minha homenagem à Republica
01/10/2010
Hoje é o Dia Internacional do Idoso. GOUVEIA não se esqueceu de o comemorar com os seus
30/09/2010
EDITORIAL do boletim informativo OP, edição Outubro
29/09/2010
OP - Boletim Informativo já está no seu e´mail

28/09/2010
SEIA: VIAGEM AO MUNDO DO CISE
Viagem ao Mundo do CISE from DãoTV on Vimeo.
OP - Boletim Informativo brevemente no seu e´mail
26/09/2010
O blogue feito pelos seus leitores
Na região da Serra da Estrela foi criado este ano o MAIS – Movimento de Apoio á Construção dos Itinerários da Serra da Estrela, cuja escritura se encontra aqui publicada:http://publicacoes.mj.pt/pt/pesquisa.asp?iNIPC=509422870&sFirma=&dfDistrito=&dfConcelho=&dInicial=&dFinal=&iTipo=0&sCAPTCHA=&pesquisar=Pesquisar&dfConcelhoDesc=
O Movimento tem por objectivo desenvolver iniciativas públicas de apoio á execução dos Itinerários Complementares IC6, IC7 e IC37 da serra da Estrela e lanço uma petição publica com 2729 subscrições, que pode ser vista aqui:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=P2010N1288
As acessibilidades que irão ser criadas por estes IC's são determinantes para o desenvolvimento da região. Sem esses novos eixos, toda uma vasta região entre Coimbra, Viseu, Guarda e Covilhã continuará a sofrer os efeitos da marginalização a que tem sido votada há mais de 30 anos. A importância destas novas vias é crucial do ponto de vista económico, social e determinante para a dinamização do tecido empresarial e do investimento. Não vislumbramos qualquer argumento que possa contrariar esta constatação. Por isso, e numa altura em que está a ser debatido e preparado o Orçamento de Estado para 2010, enviámos já ao 1º Ministro e Grupos Parlamentares uma carta e um pedido de audiência no sentido de se poder incluir estas vias no OE. A difícil situação financeira do país não poderá servir de entrave á execução destas obras, porque também entendemos ser necessário, para fazer funcionar a economia, que se mantenha um mínimo de obras públicas em execução e desta vez, julgamos que este mínimo, será por direito próprio da Serra da Estrela que não tem nesta encosta, nem auto-estradas nem Itinerários Complementares em pleno século XXI. Neste contexto, estamos a pedir a todas as pessoas e instituições que ajudem a colocar esta questão na ordem do dia, para que o assunto de grande urgência e necessidade não se perca mais uma vez no esquecimento. Porque entendemos que é preciso da voz e visibilidade a estes antigos e justos anseios das populações desta região do Interior do país que é constantemente relegada para segundo plano. Entendemos que é hora de colocar esta questão á discussão nacional, para que não seja só o Litoral a beneficiar de grandes obras. por isso, pedimos-lhe a sua colaboração, ajudando a reivindicar.
Enviamos imagem e o endereço do Blogue http://itinerarioserradaestrela.blogspot.com/
onde colocamos toda a informação e pedimos-lhe que reencaminhe este mail para os seus contactos. Contamos com o apoio de todos os amigos da Serra da Estrela na divulgação desta causa, em blogues, sites, redes sociais, etc.
Atentamente
O Movimento MAIS
Mário Jorge Branquinho (Seia) – 96 486 25 21
Pedro Manuel Ribeiro Conde (Seia) – 96 297 53 57
Fernando Tavares Pereira (Carregal do Sal)
Jorge Patrão (Covilhã)
Eduardo Mendes de Brito (Seia)
Artur Abreu (Oliveira do Hospital)
Francisco Rodrigues (Oliveira do Hospital)
João Antas de Barros (Viseu)
Manuel Marques (Nelas)
João Paulo Agra (Gouveia)
25/09/2010
PRAÇA DO PÃO.COME este fim-de-semana no Mercado Municipal em Oliveira do Hospital
21/09/2010
Os Últimos Moínhos na "PRAÇA DO PÃO.COME" em Oliveira do Hospital
Nos próximos dias 23, 24, 25 e 26 de Setembro de 2010, a ACIP – Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares, em parceria com a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, vai promover a iniciativa “Praça do Pão.Come”. Desta forma, a Praça/Mercado Municipal de Oliveira do Hospital vai transformar-se, durante 4 dias, numa padaria aberta ao público, onde este poderá ver “ao vivo e a cores” todo o processo de fabrico de um dos produtos essenciais na alimentação: o Pão.
Durante os dias 23 e 24 de Setembro, nos horários 09h00-12h00 e 14h00-17h00, o evento será vocacionado para as escolas, com visitas à padaria, onde as crianças terão oportunidade de “pôr a mão na massa” e levar para casa o pãozinho confeccionado por cada um. Ainda durante estes dias, realizar-se-ão trabalhos técnicos em pão. Os dias 24 e 25 de Setembro, nos horários 09h00-12h00, 14h00-19h00, 21h00-00h00 (Sábado) e 09h00-12h00 e 14h00-17h00 (Domingo), serão dedicados ao público em geral, com animação musical programada pela Câmara Municipal de Oliveira do Hospital. Assim, O Grupo de Cavaquinhos do Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital e o Rancho Folclórico da Ass. Cultural da Freguesia de Seixo da Beira (com
uma desfolhada especial ao vivo) actuarão, às 21h30 e 22h15, respectivamente, do dia 24 (Sábado) enquanto que a Tuna da Ass. Progressiva de Santo António do Alva actuará às 15h30 do dia 25 (Domingo), encerrando desta forma o evento.
O filme documental Os Últimos Moinhos, do realizador senense Luís Silva, e que retrata a questão da extinção destes equipamentos ancestrais, estará também em exibição neste evento às 23h00 de Sábado e às 14h00 de Domingo. Esta iniciativa tem como principal objectivo fomentar o conceito de que o Pão é um alimento altamente saudável e apropriado a todas as idades e pretende ainda reforçar a ideia de que o Pão não é um alimento como os outros, dado que, independentemente do seu valor nutritivo, desempenha um papel fundamental no plano económico, político, social, cultural e religioso, para além de ser o alimento base da Pirâmide Alimentar. Durante os quatro dias, a padaria irá produzir ininterruptamente diversas variedades de Pão e Pastéis Regionais, de referir pão sem sal, pão funcional e pão com pouco teor em sal. Este evento terá também a colaboração da Administração Regional de Saúde do Centro, bem como da Fundação Portuguesa de Cardiologia, a qual irá disponibilizar médicos durante os três dias para medir a tensão arterial dos visitantes. Desta forma, a organização vem convidar a V. Prestigiada Empresa para estar presente neste evento, quer com um espaço próprio destinado à divulgação dos seus produtos, quer até com um técnico de panificação/pastelaria para estar na padaria a fabricar, aos olhos dos visitantes, os seus produtos mais típicos.
19/09/2010
Documentário "Os Ultimos Moinhos" leva à recuperação de alguns no lugar de Figueiró da Serra






fotos: Joaquim Ferreira
17/09/2010
O blogue feito pelos seus leitores

A Inês é uma aluna do 12º ano, de Pinhel, Manigoto, que precisa de um transplante de coração.
Tem um tipo de sangue raro. Se souberem de alguém que possa ajudar, agradecemos, caso contrário divulguem este email.
Um abraço
U R G E N T E
1. Envio para si, porque sei que o reencaminharás para muita gente. Pedido de sangue!
2. Por motivo de doença grave, um ser humano está hospitalizado à espera de ser operado. Ainda não o foi porque tem um sangue raro (só 2% da população mundial tem).
Pede-se a quem tenha este tipo de sangue que contacte com urgência:
16/09/2010
Os Discos Pedidos em Vide e a Grande Reportagem SIC
Para ver e ouvir basta clicar em: 14/09/2010
Recordar o programa discos pedidos na "Radio Vide"
11/09/2010
09/09/2010
Depois dos incêndios o Rio Alva está de luto...

LEIA A REPORTAGEM NA INTEGRA em:http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3591:reportagem-o-rio-esta-de-luto&catid=37&Itemid=200795
06/09/2010
ENTREVISTA COM...GONÇALO FERNANDES
Data de Nascimento: 18-04-1988
Natural de: Seia
Escolas que frequentou: Escola da Ladeira, Colégio Militar (Lisboa), Escola Dr. Guilherme Correia de Carvalho e Liceu.
LS – Gonçalo como começou esta sua paixão por esta arte?
GF – Esta paixão resultou da convivência que desde pequeno tive aqui em casa devido ao meu Pai também ser Cavaleiro Tauromáquico.
LS – Como se faz o trajecto para se chegar ao patamar que agora alcançou?
GF – No meu caso e nalguns colegas meus que têm antecedentes Taurinos é um bocado mais fácil porque as famílias já estão dentro da festa e sabem como tudo se processa. No meu caso eu tive a sorte de já ter as condições necessárias e básicas para se começar ( tentadero, picadeiro, cavalos, selas, casacas, etc), mas ao longo do tempo para se chegar a este patamar é preciso treinar muito para se conseguir passar por diversas categorias (Amador e Praticante) até se alcançar a categoria de profissional.
LS - Explique aos nossos leitores o que é “tomar a alternativa”?GF - A Alternativa é quando passamos de cavaleiro praticante a profissional. Para isso temos de realizar alguns ojectivos propostos até aqui poder chegar.
LS – Quantas vezes treina por dia e onde?
GF – Eu treino na Quinta do Barbil em Seia que é onde vivo e tenho toda a estrutura montada para poder realizar esta profissão. Por norma todos os dias treino, mas o tempo e a quantidade dos treinos varia dependendo das corridas que há e da altura do ano em que estamos. Como sabe de Novembro a Abril a época pára. Mas isto não quer dizer que os treinos parem, antes pelo contrário é quando aproveitamos para ensinar os cavalos mais novos e menos experientes.
LS – Diariamente quais os tratamentos e cuidados que presta aos “seus” cavalos?
GF – Como é obvio todos os dias comem, 2 a 3 refeições por dia, as suas boxes são limpas várias vezes ao dia para que tenham uma apresentação exemplar quer os cavalos quer as instalações e têm um acompanhamento do ferrador e do veterinário constante tendo em conta que são animais de alta competição.
LS – Todos os cavalos são bons para a arte de tourear? Se não, como é que se treinam estes animais para enfrentarem os touros na praça?
GF – Os cavalos de tourear normalmente são Lusitanos ou de raças que tenham cruzamento deste sangue. Mesmo assim é complicado arranjarem-se bons cavalos de toureio. Se em cada dez que eu experimento e acho morfologicamente que têm capacidades para o toureio, se um ou dois forem bons, já é uma grande sorte, porque um cavalo para tourear tem de ser fisicamente poderoso, ágil, nobre e claro ter muito caração. Juntar estas capacidades todas não é fácil. O treino tem diversas fases, só depois de estarem bem arranjados de equitação é que se introduzem ao toureio, primeiro passando pela tourinha ( carro com uma roda e cornos que faz de toiro), depois indo ao boi manso e só depois começando a tourear vascas e novilhos para se acometerem as suas investidas. Um cavalo até poder sair em praça pode levar dois ou três anos de treino.
LS – Em que praças já actuou e qual o ponto mais alto da sua carreira até agora?GF – Eu já actuei em mais de 50 praças e localidades mas o ponto mais alto da minha curta carreira foi sem duvida a corrida televisionada da minha Alternativa na Figueira da Foz e com o meu Pai meu padrinho.
LS – Além de ser cavaleiro profissional o Gonçalo ensina quem queira aprender a montar um cavalo. Se alguém estiver interessado como deve proceder?
GF – Deve dirigir-se à Quinta do Barbil (junto da zona industrial em Seia) que é onde eu tenho aberto um Centro Equestre.
LS – Tem patrocinadores? Quais?
GF – Neste momento não tenho, mas já tive alguns e queria aproveitar para também lhes agradecer o apoio que prestaram no inicio desta carreira.
LS – Acha que esta arte devia ser uma aposta cada vez maior por parte das entidades que nos governam? Porquê?
GF – Sim, sem duvida nenhum, porque alem de ser o segundo espectáculo mais visto em Portugal é uma tradição que se deve manter e honrar em todo o País.
LS – No futuro o que pretende alcançar?
GF – Pretendo subir os máximos degraus nesta arte, apesar de um dos objectivos já ter sido alcançado agora há que traçar outros.
04/09/2010
03/09/2010
Até sempre "BOM GIGANTE"
Faleceu na madrugada desta sexta-feira, vítima de doença prolongada, José Torres, a cinco dias de completar 72 anos. Com 20 anos, chega ao Benfica para concorrer com outro histórico do futebol português, José Águas, mas na terceira época no clube já era líder dos goleadores do campeonato com 26 tentos. Formou um ataque demolidor, ao lado de Eusébio, numa equipa onde também brilhavam Coluna, Simões ou José Augusto. Ao serviço da Seleção Nacional, Torres fez14 golos em 34 jogos. Estreou-se a 23 de janeiro de 63. Esteve no apuramento e na 1ª fase final de um Mundial, disputada por Portugal, Inglaterra'1966, tendo alinhado nos seis jogos da fase final. OBRIGADO TORRES pelo que fizeste pelo BENFICA e pela SELECÇÃO NACIONAL.





