
Para mais informações, consulte http://www.freguesia-oliveiradohospital.pt/"
Cumprimentos.
Nuno Oliveira

Já estão abertas as inscrições para o 14º Festival Ibérico “Música Jovem”, que terá lugar a 4 de Dezembro em São Romão (Seia). A iniciativa é organizada pela Casa da Juventude Dª Ana Nogueira. Podem concorrer todos os autores, compositores e intérpretes amadores, de Portugal e Espanha, com idades compreendidas entre 15 e 35 anos, sendo que as músicas a concurso terão de ser inéditas, interpretadas em português, inglês ou espanhol. Os concorrentes podem apresentar até três canções, com o tempo máximo de 3m50s, que deverão ser interpretadas ao vivo, podendo eventualmente utilizar “play-back” instrumental parcial. Haverá prémios de participação para todos os concorrentes e para a melhor música, interpretação/letra, bem como os prémios do público e simpatia. As inscrições terminam dia 17 (quarta-feira) e podem ser enviadas por correio (Largo do Patronato Nº 7 - 6270-283 São Romão) ou e-mail (cjansr@gmail). Mais informações na Casa da Juventude Dª Ana Nogueira pelo 238/083035; 91/4460985; 96/7115776; 96/2366705 e 96/4869928, pelo email cjan@netvisao.pt ou cjansr@gmail.com.
São necessários (principalmente) pijamas para as crianças que estão no IPO a fazer tratamentos de quimioterapia. Após os tratamentos, os pijamas ficam muito sujos e gastam-se rapidamente. Esta ideia surgiu há dois anos e hoje já é chamada *Movimento Pijaminha* pelo sucesso que têm tido os esforços conseguidos! As necessidades existentes passam pela falta de pijamas, pantufas, chinelos, meias, robes e fatos de treino. Para todos, a vida não está fácil, mas dentro das possibilidades de cada um, há sempre espaço para participar, comprando ou obtendo junto de amigos e familiares agasalhos que já não sirvam às suas crianças. No ano passado foram entregues 76 pijamas e o IPO ficou muito satisfeito com esta dádiva. Este ano vamos repetir a façanha e, se possível, ultrapassar este número.Teleférico, semelhante aos existentes nalgumas zonas da Europa, terá uma extensão de três quilómetros, entre os 1200 e os 1980 metros de altitude, estimando-se que possa transportar 4000 pessoas por hora.
Presidente da Câmara Municipal de Seia preside ao conselho de administração da sociedade do teleférico da torre. Carlos Filipe Camelo, Presidente da Câmara Municipal de Seia (CMS), foi eleito, no Sábado passado, presidente do Conselho de Administração da sociedade “Teleférico da Torre – Turismo e Lazer, SA”, entidade constituída em 2005 com o objectivo de construir o teleférico entre Alvoco da Serra e a torre, ponto mais alto da serra da Estrela. O novo conselho de administração é constituído, para além de Carlos Filipe Camelo, por Jorge Brito, vereador da CMS, o presidente da Junta de Freguesia de Alvoco, José Carlos David e João Cabalhanas, na qualidade de vogais, e pelas Juntas de Freguesia de Loriga, Cabeça e Teixeira, a presidir a Assembleia da sociedade. Naquela que foi a primeira reunião, os novos órgãos sociais decidiram proceder à alteração da sede social da empresa do teleférico, deslocalizando-a para Seia. Trata-se da primeira medida, de outras que se seguirão, com a pretensão de incutir uma nova dinâmica no processo do Teleférico, um "sonho antigo" para a vertente norte da serra, fulcral para a região. O futuro Teleférico, orçado em mais de 5 milhões de euros, é visto como um meio importante para o desenvolvimento da serra, pela comodidade, rapidez e diminuição da poluição que afecta cada vez mais a zona da Torre, evitando a circulação excessiva de automóveis, mas também como um forte contributo para o aumento de visitantes à serra, o que por sua vez permitirá incrementar o crescimento turístico na região norte do concelho de Seia. De acordo com um estudo, divulgado em Setembro de 2004, a instalação de um sistema mecânico de transporte de turistas, por telecabine ou teleférico, semelhante aos existentes nalgumas zonas da Europa, terá uma extensão de três quilómetros, entre os 1200 e os 1980 metros de altitude, estimando-se que possa transportar 4000 pessoas por hora.
Desenvolvimento
Marco Silva, jovem de 20 anos natural de Tourais, Seia, aluno do Curso de Gestão Hoteleira Restauração e Bebidas da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC), é o actual Campeão Europeu de Serviço de Restaurante no âmbito do concurso da AEHT – Association Européenne des Ecoles D’Hôtellerie et de Tourisme, que decorreu em Lisboa. O estudante foi distinguido no âmbito do concurso da AEHT – Association Européenne des Ecoles D’Hôtellerie et de Tourisme, que decorreu em Lisboa. O jovem aluno português fez equipa com dois outros colegas de outras escolas europeias representadas (uma das regras da prova, fazer equipas com alunos de diferentes países), no caso uma jovem finlandesa e um jovem alemão. Depois de durante três anos ter frequentado e concluído com sucesso o curso de Restaurante/Bar, de nível III profissional e com equivalência ao 12º Ano, Marco Silva está neste momento no último semestre do curso de Gestão Hoteleira – Restauração e Bebidas, este de nível IV profissional, destinado a jovens e adultos que tenham como habilitação escolar mínima o ensino secundário. Oriundo de uma família de empresários da restauração daquela zona da Serra da Estrela, este jovem mudou-se para Coimbra ainda com 16 anos para frequentar a EHTC, vindo à procura da concretização de um sonho, qualificar-se de uma forma eficaz para abraçar no futuro a profissão que escolheu e apoiar o negócio familiar, com conhecimentos e técnicas de serviço, bem como de gestão, perpetuando assim a tradição do negócio da restauração na família. Concurso com 300 participantes Os encontros e concursos da AEHT que decorreram este ano, são já os vigésimos terceiros, tendo reunido em Lisboa (nas instalações da Escola de Hotelaria e Turismo daquela cidade e nas instalações do Hotel Marriot) cerca de 300 jovens a concurso e 600 pessoas no total entre júris, acompanhantes, direcção da própria AEHT e técnicos do Turismo de Portugal e suas escolas. A representação portuguesa, entre outros vários e honrosos prémios, contou com mais dois primeiros lugares, o de Élio Costa, da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, no concurso de Cozinha, e Filipe Oliveira, da Escola de Formação Turística e Hoteleira dos Açores, no concurso de Bar.
"A rede social" é uma adaptação para cinema do livro "The accidental billionaires", de Ben Mezrich, que conta a história de Mark Zucherberg e dos amigos que ajudaram a fundar o Facebook, a rede social que conta com mais de 500 milhões de utilizadores.
Esta prova disputa-se nas distâncias de 3.8km de natação, 180km de ciclismo e 42.2km de corrida a pé. Para acompanhar todas as informações sobre o atleta consulte o seu blog em http://rafaeldelaunaygomes.blogspot.com/ , onde poderão encontrar mais informações sobre o Rafael.


Caros Senhores, 
PARA VOTAR NO NEEMIAS marque: 760 300 514
«El Sicario, Room 164» venceu o 8º DocLisboa


EU APOSTO NESTE DOCUMENTÁRIO.O filme do Produtor e Realizador da RTP, Francisco Manso, sugere uma nova relação de Portugal com o mar, tendo em conta que «mais de metade dos recursos piscatórios do planeta se encontram ameaçados devido às práticas de pesca excessiva», sem esquecer «a condição de Portugal como estado costeiro de grandes dimensões». No filme, os autores abordam o problema da escassez de recursos marinhos, o crescimento da população mundial e o impacto da mudança do clima. Francisco Manso, que está actualmente a trabalhar na longa-metragem de ficção «O cônsul de Bordéus», sobre o diplomata Aristides de Sousa Mendes, conta no currículo com vários documentários, entre os quais «A grande aventura», sobre a pesca do bacalhau, ou «A outra face do fogo», sobre a utilização do fogo na gestão florestal.ra Fria conseguiram imaginar, os recursos oceânicos não vivos adquirem uma importância extraordinária. Gás, petróleo, minerais e sulfuretos são produtos-chave da “nova economia marítima”; uma cadeia de valor assente nas potencialidades geradas na ciência e inovação e nos imperativos da sustentabilidade da exploração dos recursos. A escassez de recursos marinhos, o crescimento da população mundial e o impacto das alterações climáticas obrigam, porém, a admitir os cenários mais sombrios: mais de metade dos recursos piscatórios do Planeta encontram-se ameaçados devido às práticas de pesca excessiva. Os diagnósticos mais alarmantes declaram o século XXI como o último em que as sociedades humanas se poderão alimentar com alimentos selvagens de origem marinha… A condição de Portugal como Estado costeiro de grandes dimensões, dotado da maior Zona Económica Exclusiva dos países da União Europeia, e a inviabilidade de uma economia marítima centrada na extracção de recursos vivos marinhos – a pesca e indústrias derivadas – impõem uma nova relação com o mar. A ideia científica de que os Oceanos formam uma única entidade dinâmica ajudou a depor a velha noção de “mar soberano”. Por impulso da Nações Unidas, a antiga identificação dos mares com o território dos Estados-Nação coloniais também soçobrou. Esta mensagem subtil não chegou, porém, às profundezas da sociedade civil. A tentativa de definição de políticas de revitalização da economia marítima portuguesa não produziu resultados imediatos nem muito expressivos. O mar continua a significar pouco no conjunto da riqueza criada pelo País: escassos 0.6% do PIB. Decaíram as actividades marítimas tradicionais (a pesca, o transporte de mercadorias e a construção naval), mas surgiram indústrias novas e alternativas, em regra muito exigente em termos de monitorização tecnológica: a aquicultura e a hidrotermia (o aproveitamento da energia das ondas) são as principais. A dimensão concreta e imaginária do “mar português”, a geopolítica e a capacidade acumulada pela tradição do trabalho no mar têm justificado apelos de regresso ao mar e inspirado diversas teses para uma organização integrada das suas indústrias. Como aproveitar as potencialidades económicas, ainda pouco conhecidas, da imensa Zona Económica Exclusiva Portuguesa? Na sua ZZE, o estado ribeirinho possui “direitos de soberania para fins de exploração e de aproveitamento, conservação e gestão dos recursos naturais, vivos ou não vivos das águas sobrejacentes ao leito do mar e do seu subsolo. E possui os mesmos direitos quanto à produção de energia a partir da água, das correntes e dos ventos. Além disso, o Estado costeiro possui jurisdição no que se refere a colocação e utilização de ilhas artificiais, instalações e estruturas, investigação científica marinha”, protecção e preservação do meio marinho. Quando invocamos o “Mar Português” talvez já não falemos do mar imaginado que Fernando Pessoa decantou no seu inolvidável poema… O mar como palco da odisseia histórica dos portugueses persiste nas narrativas ficcionais e no imaginário colectivo, mas exprime-se, cada vez mais, num culto nostálgico da memória das grandes fainas marítimas. Importa evitar que Portugal e o Mar quebrem a sua aliança poética, quase mítica e bem alojada no imaginário colectivo. Mais importante, porém, será que o “Mar Português” deixe de ser uma referência identitária vaga e pouco mais que lírica; uma ideia conveniente, mas incapaz de colocar e vencer desafios concretos. Ontem como hoje, o “Mar Português” só existe se for ousadamente conhecido."
Filme sobre vida de José Saramago e Pilar del Rio abre o doclisboa 2010
OHs.21 – Associação Cultural e Multimédia de Oliveira do Hospital Apresenta AGIRARTE 13 – Festival de Artes Plásticas de Oliveira do Hospital