
O evento terá lugar no Pavilhão Gimno Desportivo Municipal de Celorico da Beira, com organização de Maria João Almeida e a vinho.tv.

AVISO DA PSP COM PEDIDO DE ENCAMINHAMENTO
eles se aproximarem e desconfiem do aspecto simpático, pois normalmente são perigosos criminosos. porque amanhã pode ser um de nós.
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Aqui não há competição, o objetivo é fazer chegar ao espetador os documentários feitos por portugueses em Portugal. A reflexão sobre o cinema documental nacional é, também, uma questão, que ao longo dos dez dias pelos quais se estende a programação, será colocada a estudantes, realizadores e espetadores através de debates, a decorrer no Foyer do Cinema São Jorge, espaço que acolhe a mostra. A relação do documentário português com o mundo de hoje é o que se quer descobrir nesta edição, onde será apresentada a produção documental portuguesa de 2010, na programação central.Na secção Percursos no Documentário Português, é o Cinema no Pós-Abril que se vai descobrir, com a exibição de vários documentários que retratam este período revolucionário. Entre a extensa programação encontram-se ainda nove estreias, (O MEU) Outro Mundo, de André Agostinho, Emboscada Por Dez Lados, de Vítor Jorge Alves, Golden Dawn e Unnamed # Estou Com Sono, de Salomé Lamas, IP3, de José Costa Barbosa, A Banana do Pico, de Luís Bicudo, O Terceiro Olhar Mais Além da Realidade, do Coletivo Olhares Nómadas, Itoculo 2009, de Nuno Ventura Barbosa e Cátia Sofia de Miguel Clara Vasconcelos.
PANORAMA - 5ª MOSTRA DO DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS, Cinema S. Jorge, Av. da Liberdade, 175, Lisboa.1-10 Abr, Sex-Dom.
ACONSELHO DIA 7 DE ABRIL: 17:00 - Cinema São Jorge - Sala 3; Há Tourada na Aldeia, de Pedro Sena Nunes 75' | 2010, Sessão seguida de debate com Pedro Sena Nunes, no foyer
Veja mais videos deste filme em: http://hatouradanaaldeia.jimdo.com/videos/



O Cortejo Histórico de Lisboa em 1947 (CML) from Gonçalo Ramos Ferreira on Vimeo.
Chama-se Mãe d`Água, é o mais recente projecto agro-turístico em Gouveia, um hotel rural com capacidade para 10 quartos, a que se juntam uma queijaria e uma adega. Luís Gonçalves, cidadão angolano, promotor deste projecto na cidade beirã, revelou que será um investimento de 10 milhões de euros. Em declarações proferidas aos meios de comunicação, queixou-se da demasiada burocracia em Portugal para implantar um projecto desta envergadura. De reaçar que este hotel está numa àrea de cerca de 52 hectares envolvendo as freguesias de Vinhó e S. Julião. O projecto passa ainda por produzir azeite e vinhos de qualidade para mercados nórdicos.

Porquê apagar as luzes?
Antes de mais há que ter consciência que este apagar de luzes por uma hora é meramente um gesto simbólico, mas que pode ser representativo de um elevar da consciência de todos para um problema que é, igualmente, de todos: as alterações climáticas. A verdade é que este simples gesto, tem despertado em todo o mundo compromissos capazes de ir marcando a diferença numa base diária contínua e tem levado a uma verdadeira mudança de hábitos de vida de cidadãos, empresas e governos que começam a despertar para compromissos válidos e práticos a favor desta luta.
Assim, apagar as luzes:
Em 2010, e após três anos de edição, a Hora do Planeta obteve a maior participação voluntária de sempre. Atingiu um recorde de 128 países e territórios, dos quais 24 cidades e duas vilas portuguesas, que se juntaram nesta exibição global a favor do planeta.
Edifícios e monumentos icónicos de todo o mundo (da Ásia ao Pacífico passando pela Europa e África e ainda Américas) ficaram às escuras para iluminar esta ideia. Pessoas de todo o mundo e de todas as esferas da vida social desligaram em uníssono as luzes e uniram-se nesta celebração e contemplação da única coisa que temos em comum: o Planeta Terra.
Portugal junta-se pelo terceiro ano consecutivo a este movimento, que este ano desafia todos a um compromisso que “Vá Além Desta Hora Na Luta Contra as Alterações Climáticas”, apelando a que, quando as luzes forem novamente acesas, reflicta sobre o que pode fazer para ajudar a marcar a diferença.
HORA DO PLANETA 2011
Sábado, 26 de Março
Apague as luzes e ilumine esta ideia por um Planeta Vivo.
Vá além desta hora na luta contra as alterações climáticas!
SAIBA MAIS EM: http://www.wwf.pt/
Artur Fernandes Agostinho morreu esta terça-feira. O jornalista tinha 90 anos. Jornalista desportivo, locutor de rádio, apresentador de televisão e actor, Artur Fernandes Agostinho nasceu a 25 de Dezembro de 1920, em Lisboa.O premiado actor português participou nos filmes Cais do Sodré (1946), O Leão da Estrela (1947), Capas Negras (1947), Cantiga da Rua (1950), Sonhar é Fácil (1951), O Tarzan do 5.ºEsquerdo (1958), Dois Dias no Paraíso (1958), O Testamento do Senhor Napumoceno (1997), A Sombra dos Abutres (1998) e Perfeito Coração (2009).Em Dezembro, foi agraciado por Cavaco Silva com a Comenda da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, numa cerimónia que decorreu no Palácio de Belém.Artur Agostinho apresentou o primeiro concurso da televisão portuguesa, o "Quem Sabe, Sabe", e participou em programas como "O Senhor que se Segue", "No Tempo Em Que Você Nasceu" e "Curto-Circuito" e ainda nas séries e telenovelas.Fez também parte do departamento desportivo da Rádio Renascença, nos anos 80 do Século XX, depois de ter sido um dos mais brilhantes relatores desportivos de sempre aos microfones da Emissora Nacional de Radiodifusão.Foi proprietário de uma agência de publicidade, a Sonarte, e jornalista. Dirigiu o diário desportivo Record, entre 1963 e 1974, tendo regressado ao jornal como colunista e patrono do prémio destinado a premiar o desportista do ano, em 2005. Entretanto, foi também director do Jornal do Sporting.
LANÇO AQUI O DESAFIO a quem queira fazer a banda sonora do filme LANIFICIOS.DOC que está aberta essa possibilidade. Para tal basta enviar um e´mail para lanificiosdoc@gmail.com para trocarmos umas impressões. FAÇA PARTE DESTE PROJECTO e colabore. A sua música pode chegar a vários pontos do País e do Estrangeiro através do filme.
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