









As ribeiras viraram rios
Aristides Ferreira enviou algumas fotografias de uma ribeira em Figueiró da Serra onde há umas semanas atrás se atravessava de uma margem à outra sem qualquer problema. Hoje, era impossivel fazê-lo devido à força da água provocada pela enorme precipitação que se abateu sobre a localidade.


















Este ano o meu coração bate por duas pessoas. A minha Martinha e o meu filhote/a. É na companhia deles que encontro a minha tranquilidade e felicidade. FELIZ DIA DOS NAMORADOS para todos.
Aproveitando a visibilidade que a Feira do Queijo de Seia proporcionou, nomeadamente com a presença do Ministro da Administração Interna, o movimento levou a efeito algumas acções nomeadamente a colocação de uma tarja bem visivel junto à Estátua de Afonso Costa na principal artéria de circulação da cidade de Seia. Essa atitude levou a que hoje, domingo, a noticia tenha saído em quase toda a imprensa nacional através da agência Lusa. Porque este movimento deve merecer o apoio de todos os que se interessam pelo desenvolvimento da nossa região da Serra da Estrela, deixo aqui publicamente os meus parabéns aos autores deste movimento pelas iniciativas que estão a levar a efeito, no entanto, deixo também a mensagem para que continuem a encontrar soluções para que esta onda continue bem viva e não a deixem "morrer na praia", agora que acabou a Feira do Queijo.
ASSINE A PETIÇÃO EM: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1288
Consulte o blog: http://www.itinerarioserradaestrela.blogspot.com/
REACÇÕES PÚBLICAS:
Na última edição do Jornal Porta da Estrela podem ler-se os seguintes textos
PS «enganou» os senenses e «prejudica» o Concelho
A Comissão Política do PSD de Seia reagiu, em comunicado, à decisão do Governo em suspender a concessão rodoviária da Serra da Estrela. O documento refere que o Partido Socialista «enganou» os senenses e que o anúncio «prejudica» o concelho porque «os nossos governantes e o Partido Socialista local, com as faustosas apresentações e farta propaganda, fizeram-nos crer que era desta que iríamos ter as acessibilidades a Viseu e ao Litoral».Salientam que em 2008, no Dia da Cidade, enquanto Eduardo Brito dizia ser «um acontecimento histórico», Paulo Campos, o Secretário Adjunto das Obras Públicas, anunciava «ter chegado a hora da Beira Serra» e que, um ano depois, na inauguração da variante, e mais tarde, em plena campanha autárquica de Outubro, o PS, através da sua candidatura autárquica e de Paulo Campos, «afirmava publicamente estarem aprovadas as estradas, com a abertura dos concursos para a execução dos IC´s. Esta era uma arma demasiado importante para as campanhas eleitorais de 2009», sublinham os sociais-democratas.Passados cinco meses após o despacho do Governo, referem que «palavras leva-as o vento» e face à situação económica do país, tendo o Governo que escolher entre avançar com o TGV e a terceira auto-estrada Lisboa-Porto ou avançar com as concessões rodoviárias do interior, «o PS escolheu o TGV e a 3ª auto-estrada, prejudicando o interior».«A esta atitude nós prometemos luta. Apesar das adversidades nós não deixaremos de lutar, não desistiremos, não nos resignaremos, pois já é tempo de os políticos, todos os políticos, darem ao interior aquilo que nós merecemos», refere a Comissão Política, que adianta também que «esta é a hora de nos unirmos, como fizemos na luta pelo hospital, arregaçando as mangas, agregando forças e vontades de todos os quadrantes políticos e sociais. Temos que ser capazes de fazer ouvir a nossa voz e dizer basta a este tipo de discriminação. Nós temos o direito à igualdade de oportunidades. Está na hora de os senenses, com cargos políticos de relevo, exigirem que seja reposta a justiça para a nossa terra, o que exigiremos».Criticam o facto de as opções do Governo «continuarem a privilegiar o TGV de passageiros e o Litoral em detrimento do Interior, acentuando a sua desertificação e complicando a vida aos que cá vivem», sublinhando que o país «pagará com grandes custos estas opções», questionando «porque é que o Governo não suspende o TGV e a terceira auto-estrada Lisboa-Porto, e dá ao interior de Portugal os acessos condignos que nós merecemos».
No mesmo Jornal, na edição de 10.02.2010, Alcides Henriques diz:
Estradas não há. E agora?
Ouvimos, meios incrédulos, a declaração do Senhor Ministro das Finanças a dizer que não vai haver novas Estradas.A rede da Serra da Estrela que se destinava a servir Seia e ligava esta cidade ao IC6, IC7 e a Viseu foi cancelada e não se sabe se o não terá sido definitivamente. É revoltante!Esta questão permite dizer que revolta e que o Governo com esta decisão contribuirá ainda mais para a decadência económica que arrasta uma maior desertificação deste Concelho e naturalmente também dos outros.A falta de Estradas é um dos factores de atraso. As que temos vêm do tempo dos Reis.Seia para a Serra da Estrela é o terceiro destino turístico do País e nem isso sensibiliza os políticos que desenvolveram, de forma desequilibrada, a rede de comunicações. Veja-se o que acontece no Norte do País ou mesmo com a vizinha Covilhã. Aqui até há Estradas em excesso.Esta decisão injusta devia motivar uma acção de enérgico protesto encabeçado pelas forças políticas de Seia e Oliveira do Hospital.Os responsáveis do Concelho que pactuaram ou foram, demasiadamente, tolerantes com as promessas sucessivamente adiadas, têm aqui a resposta cabal à sua fraca participação e até competência para a resolução da maior reivindicação da região. Não souberam exigir quando era tempo e afirmar-se como se impunha. Prestaram, por isso, um mau serviço à Comunidade que representam.Uma nota ainda vai dirigida ao Senhor Secretário de Estado que não cumpriu com o que publicamente assegurou. Prometeu o concurso das Estradas IC, para o ano 2008 e o seu início da construção antes das eleições de Outubro.Faltou a este compromisso.Perante as pessoas de Oliveira e Seia há uma falta à palavra prometida. A Estrada é uma necessidade que ninguém devia desconhecer e tão simplesmente resolver.De que serviu a tão divulgada Portaria de Agosto de 2009? Porque somos tratados, pelos Governos de todas as cores, com tanta desconsideração?Há que perceber a razão. Mas há que a contrariar.Uma grande missão tem o actual Presidente da Câmara cujo desafio de afirmação do Concelho tem em mãos a que tem de dar resposta conveniente.É nestas alturas que temos de mostrar do que somos capazes.
E o leitor? O que pensa sobre este assunto?
Entende-se por petição, em geral, a apresentação de um pedido ou de uma proposta, a um órgão de soberania ou a qualquer autoridade pública, no sentido de que tome, adopte ou proponha determinadas medidas.Em movimento liderado pelo Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, entenderam os Presidentes das Câmaras de Alvaiázere, Ansião, Arganil, Carregal do Sal, Castanheira de Pêra, Celorico da Beira, Coimbra, Covilhã, Figueiró dos Vinhos, Fornos de Algodres, Góis, Gouveia, Guarda, Lousã, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penela, Seia, Tábua, Vila Nova de Poiares, e Viseu efectuarem um pedido de audiência ao Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de molde a poderem retirar do Ministério um compromisso temporal para a construção dos itinerários complementares n.º 6 (Coimbra – Covilhã), n.º 7 (IC6 – Oliveira do Hospital – A25 em Fornos de Algodres – Celorico da Beira) e n.º 37 (Viseu – Seia).
Olá
Na foto João Carreira na apresentação do livro de Pedro Passos Coelho
Através do facebook do João Carreira, ilustre advogado a residir em Lisboa mas, natural e amigo da sua terra natal, Loriga, fui encontrar a seguinte chamada de atenção:
Dezembro de 1991: uma decisão encerra metade da linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. 15 anos depois, essa sentença amputou o rumo do desenvolvimento, acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal. Agora, o comboio é ameaçado por um Portugal esquecido, vítima de promessas políticas oportunistas
Numa altura em que liberdade de opinião e de imprensa é tema nacional devido aos casos do jornal de sexta da Manuela Moura Guedes, devido aos ultimos episódios que envolvem o grande jornalista Mário Crespo, e outros tantos casos como por exemplo relativos ao jornal Público, eis que, o Jornal St.ª Marinha aparece com um novo formato on line, diga-se em abono da verdade um sitio na internet bastante inovador no aspecto comunicacional, grafismo e design. O "novo" site do jornal aparece assim como uma lufada de ar fresco na comunicação local, uma vez que será actualizado diariamente e permitirá ao leitor encontrar e partilhar as notícias que mais lhe interessam da nossa região e do País. Desta forma o jornal vai de encontro aos cibernautas da região, tanto aos que por cá residem como àqueles que se encontram a viver noutros Países. Sem dúvida, Seia já merecia um site noticioso com esta qualidade informativa e gráfica. Parabéns e votos de sucessos à Fundação Aurora Borges e à equipe do Jornal Santa Marinha.