11/09/2006

Bin Laden será americano?

Galileu dizia que a terra rodava em volta do sol… uma ideia louca! Como certamente poderá parecer louca a história de que a CIA – acusada de negligência no “11 de Setembro” – afinal até sabia do ataque às Torres Gémeas, em Nova Yorque, só que, em vez de abortar o plano, resolveu ajudar. Será louca a história, da mesma loucura de que são feitas mil e uma perguntas que ainda não obtiveram resposta neste episódio dramático da história mundial. O efeito mediático do ataque às Torres Gémeas é digno da maior produção de Hollywood. Um avião bate numa das torres e, de imediato, as televisões começam a difundir em directo imagens para todo o planeta. Minutos depois – numa coreografia perfeita – um outro avião embate na segunda torre, em directo, com o mundo por plateia. Um pouco mais tarde, sem perder a noção temporal do espectáculo, as torres entram em colapso, direitinhas até ao chão – o grande final! Difícil é imaginar que Ben Laden, escondido num buraco sujo, algures no médio oriente, tenha conseguido este efeito sozinho, sem cumplicidades americanas. Estamos a falar de verdadeiros monstros da arquitectura. Tive o prazer de ter estado lá dentro. Eram prédios modernos, com elevados padrões de segurança. Projectados para enfrentar tremores de terra, furacões e mesmo... choques de aviões (devido à altura). Uma reportagem emitida pela CNN questiona como puderam cair em dez segundos, sem resistências, como se fosse um corpo em queda livre. E depois mostrou em câmara lenta (e com efeito de lupa), segundos antes do colapso, pequenas explosões ao longo dos edifícios, sequenciais e rápidas. Com precisão militar. - Terão as Torres Gémeas sido implodidas? Claro que nestas alturas não faltam loucas teorias da conspiração. Mas é loucura não questionar como entraram os ‘terroristas’ nos EUA? Como tiveram aulas de voo? Como entraram nos aviões? Como os desviaram sem ser abatidos? Quem desviou os aviões de combate da região? Como conseguiram colocar explosivos cirúrgicos nos edifícios? Porque tinham sido dispensados os cães que detectam explosivos? Se encontraram passaportes dos terroristas, porque não foram encontradas as "caixas negras" dos aviões? Onde estão as (enormes) reservas de ouro que lá existiam? Porque existiam centenas de militares armados durante as limpeza dos destroços? Porque não aparece Ben Laden, nem vivo nem morto? Um antigo professor meu, espanhol, que pertenceu aos serviços de inteligência da NATO, dizia que a “publicidade começa quando começam as notícias na televisão – no intervalo são apenas brincadeiras”. Mostrou-me o “outro lado” de alguns acontecimentos internacionais. Verdades que fariam arrepiar muitos leitores, como eu me arrepiei então. E porque no mundo nada parece ser o que é e há mentes retorcidas capazes de subverter toda a lógica, hoje questiono-me se Bin Laden não é um instrumento americano para dar rosto a um inimigo. Uma figura malévola que personifique o eixo do mal e que permita aos EUA continuarem a desencadear guerras por todo o mundo. Talvez seja louca a ideia de que há uma mão secreta americana a ajudar no “11 de Setembro”, mas foi a partir desse momento que o Senado desbloqueou verbas para segurança (armamento) e reforçou os poderes do Presidente. Foi a partir dessa tragédia que os EUA se sentiram credores para agir no mundo por contra própria – e mesmo contra as posições da ONU. Foi com base neste choque emocional que legitimaram a invasão do Afeganistão e do Iraque. Hoje, o medo do terrorismo levou os povos dos cinco continentes a uma nova corrida ao armamento. Certamente, as grandes empresas do armamento americano já venderam os seus stocks e já devem ter a produção escoada para os próximos anos. Entretanto, os Estados Unidos reforçaram o seu lugar de “polícias do mundo” perante a inoperacionalidade da União Europeia. Ocuparam lugares estratégicos na economia mundial – como as produções de petróleo. Ainda ganharam milhões no negócio da guerra, o mais lucrativo do planeta. Três mil mortos, para o comum dos humanos, é uma tragédia. Para certos senhores, são apenas “baixas” numa operação de marketing à escala mundial. "Quanto maior é a mentira mais pessoas acreditam nela", dizia Hitler. Cinco anos passados onde estão as conclusões de tudo? Onde estão os destroços do avião que dizem ter caido no Pentágono? Ou os destroços do ’Vôo 93’? Quem está a encobrir o quê? Dizer que o “11 de Setembro” é obra de americanos é uma ideia de loucos. Como louco era Galileu Galilei que dizia que a terra girava em torno do sol. “Deus salve a América”… e a nós dela!
Por: João Morgado (in-Kaminhos)

2 comentários:

O Micróbio II disse...

Normalmente quando o ódio sobre alguém ou sobre alguma nação nos invade por completo, todas as conspirações giram à volta do nosso ódio de estimação. Eu também não fujo à regra... aliás, eu sou daqueles que não acredito na existência do Bin Laden... eu acredito que é o Pinto da Costa que está por detrás de todas estas maldades. Tenham juízo e não vejam fantasmas onde eles não existem... a não ser que queiram voltar ao cepticismo total... quem sou eu? Que faço aqui?m Para onde vou? Esta teoria teve origem num livro de um francês - http://www.amazon.fr/11-Septembre-2001-L-effroyable-imposture/dp/291236244X/sr=1-6/qid=1158006859/ref=sr_1_6/171-0235753-1216221?ie=UTF8&s=books - (e já sabem que os franceses têm um amor dedicado para com os americanos...), escrito em 2002, que já teve o seu período áureo no top de vendas, mas que certamente com toda esta publicidade voltará a vender e bem. Ops... sem querer também eu elaborei uma teoria da conspiração... queres ver que é o francês (Thierry Messian) que está por detrás de toda esta teoria? Acho que o próprio Michael Moore vai aproveitar para regurgitar as suas trapalhadas cabalísticas...

Luis Silva disse...

Com tantas coincidências, dissidências e histórias bem e mal contadas eu já acredito em tudo...ou melhor já não acredito em nada.