31/12/2005

Pela primeira vez, adormeci num cinema...

...E a culpa de tudo isto foi de Harry Potter e o Cálice de Fogo um filme que, conta a história do Torneio Tribruxo, do qual Harry participa sob circuntâncias muito suspeitas, para variar...
De referir que a sala de cinema onde vi o filme (não foi em Seia), também ajudou. A pouca qualidade de som, o écran minúsculo, a garotada aos risos e aos berros sem que alguém os mandasse calar, foram mais que suficientes para me fazerem dormir. Uma coisa é mais que certa, o próximo filme que vou ver, o King Kong, não será visto nessa sala.
A oitava maravilha do mundo!
Segundo a critica, o resultado final pode desagradar a uma ou outra pessoa. Do ponto de vista de roteiro, deve-se ressaltar que há alguns furos. O que acontece, por exemplo, com o povo da Ilha da Caveira? Como eles conseguiram transportar o macacão até Nova York? Porquê usar duas vezes a "cavalaria" para salvar os personagens principais? Mas devemos lembrar-nos de que apesar de tudo, King Kong é um filme de aventura com fundo romântico-dramático. Para rebater qualquer uma das críticas às cenas acima, sugiro compará-la com a "valsa" entre o Kong e Ann Darrown no gelo do Central Park. A cena é uma das mais belas da história recente do cinema e deve entrar para a história da sétima arte. Mas o principal alvo das (poucas) críticas é a longa duração do filme. Porém, como se sabe, a Ilha da Caveira possui medidas diferentes de tempo, tanto é que conserva até hoje seres pré-históricos como dinossauros. Assim, você deve sair do cinema com a certeza de que não perdeu três horas e sete minutos da sua vida, mas sim de que as aproveitou muito bem. Hail to the King!

2 comentários:

Arte por um Canudo 2 disse...

Antes de adormeceres Luis,desejo-te umas boas entradas e um BOM ANO NOVO.

Luis Silva disse...

igualmente amigo Agostinho